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Uma noite no museu
Na noite de gala da BrazilFoundation, na ala egípcia do Metropolitan em Nova York, Gisele Bündchen declarou voto a Marina Silva, US$ 2,5 milhões foram doados e astros de Hollywood prestigiaram o after party

BRUNO ASTUTO

O TEMPLO DE DENDUR, presente do Egito em 1963 para a então primeira-dama americana Jacqueline Kennedy, ferveu na quinta-feira 23, no Metropolitan Museum of Art, em Nova York. Ao redor das ruínas do monumento salvo de um alagamento no Cairo, e sob as vidraças do Met – pelas quais Jackie podia apreciar o templo egípcio de sua janela –, o oitavo jantar de gala beneficente da BrazilFoundation transformou uma noite no museu em glamour de resultados. Gisele Bündchen foi a sensação da festa e, em poucas horas, o jantar comandado pelo chairman da ONG, o empresário Nizan Guanaes, arrecadou US$ 2,5 milhões entre 500 convidados e gente ilustre que não estava lá, como Madonna. A popstar doou US$ 25 mil pelo telefone celular de Philippe Van Den Bossche, administrador de seus negócios filantrópicos, como a ONG Success For Kids, que participava do jantar.
A noite brasileira no Met estava quente, assim como toda Manhattan. O final calorento da primavera nova-iorquina aqueceu ainda mais os agitos protocolares daquela semana na Big Apple. A Assembleia-Geral da ONU, que levou a Nova York o presidente americano Barack Obama e tantos outros chefes de Estado mais as palestras do Clinton Global Iniciative, evento organizado pelo ex-presidente Bill Clinton, tumultuaram a vida na cidade. Foi também o dia em que o presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, causou polêmica na ONU ao sugerir que o governo americano estaria por trás dos atentados de 11 de setembro. Por essas e outras, foi um desafio atravessar Manhattan na noite de 23 de setembro, para chegar ao Met. A presença – ou onipresença – de Obama na metrópole havia fechado ruas, lotado esquinas de policiais, enlouquecido tráfego e os taxistas, que sentiam-se à vontade para cobrar absurdos US$ 50 por uma corrida da Lexington Avenue às proximidades do Central Park, na 5ª Avenida. “It’s New York”, resumiu um deles.

BRUNO ASTUTO


Mas, um minuto depois de subir as escadarias na entrada do museu, o clima embalado pelo Hino Nacional antes do jantar de gala, já era outro. Após a execução dos hinos brasileiro e americano pelo maestro João Carlos Martins, lá estava a übermodel Gisele Bündchen, distribuindo sorrisos e poses com seu decote nas costas, a bordo do vestido criado para ela pelo brasileiro Francisco Costa, diretor da Calvin Klein. O ousado decote até que combinou com uma surpreendente declaração. Ali, sem pudores, a top revelou seu voto para presidente. “É claro que eu vou votar na Marina! Cada um vota em quem quer, né?!”, disse. “Marina é uma mulher que me parece ter muita integridade. Acredito no que ela quer fazer. Também mostrou que, quando estava no governo, tinha uma missão. Ela é a minha favorita.” Sobre o favoritismo de Dilma Rousseff, Gisele desconversou e seguiu andando. “O Brasil tem a oportunidade de ser exemplo. Olha que evento tão legal fora do Brasil para homenagear o país?”

 

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