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Não sou durona
Autora do bem-sucedido remake de Ti-titi, Maria Adelaide Amaral diz que a fama de "sargenta" está ligada ao fato de ser muito exigente, conta como a astrologia e a religião fazem parte de sua vida e que adora séries americanas como House e Mad Men

Gustavo Autran fotos Julia Moraes/ Ag. IstoÉ

 

A autora em seu apartamento no bairro de Higienópolis, em São Paulo

Portuguesa de nascença e paulista por adoção, Maria Adelaide Amaral passou 13 anos sem escrever novelas − a última foi o remake de Anjo Mau, exibido entre 1997 e 1998. De lá pra cá, dedicou-se a minisséries, como JK e A Casa das Sete Mulheres, que projetaram seu nome para o olimpo dos autores de televisão. O período distante dos folhetins não a enferrujou e a prova disso é o sucesso da nova versão de Ti-ti-ti, no ar desde julho. A trama, cheia de humor e atualizada para o universo fashionista atual, caiu nas graças do público.

Aos 68 anos, Maria Adelaide não esconde as peculiaridades de seu temperamento. Se por um lado é uma católica praticante, que vai à missa e reza todos os dias pela manhã, por outro é ligada em astrologia e fala palavrões aos borbotões − a ponto de ter chamado atenção de Dercy Gonçalves na época em que escrevia a biografia da comediante, Dercy de Cabo a Rabo. “Eu sempre falei muitos palavrões, desde criança. Mas nunca com a intenção de ofender, apenas de pontuar. E acho que a Dercy os usava da mesma forma”, conta.

A autora também é conhecida por seu lado festeiro. Gosta de ir a bons restaurantes e continua promovendo − com menor frequência, por conta do trabalho − famosos jantares em sua casa. Além disso, aprecia um cálice de vinho ou tacinhas de champanhe − mas com moderação, como fez questão de frisar. Na entrevista com Gente, a autora faz um balanço de sua trajetória na tevê, iniciada há 20 anos, rememora a sua infância em Portugal e nega a fama de durona.

Seu nome ficou associado às minisséries, depois de produções como JK e A Casa das Sete Mulheres. O que trouxe a sra. de volta aos folhetins?
Sempre gostei muito de escrever minisséries, especialmente as históricas. Há alguns anos, as minisséries longas, de 40, 50 capítulos, foram suspensas. Por isso, me convidaram para escrever uma novela. E nada melhor para marcar essa volta com uma homenagem ao meu amigo Cassiano Gabus Mendes.

Qual é a importância de Cassiano para sua carreira?
O Cassiano foi fundamental para a teledramaturgia brasileira. Ele inventou um gênero de muito sucesso, que dominou o horário das sete durante décadas. Foi o Cassiano quem me levou para trabalhar na televisão, em 1990, quando me convidou para escrever com ele Meu Bem, Meu Mal.

A sra. trabalha de olho na audiência?
Sim. Quando faço novela, que é um produto de massa, gosto e me importo que ela alcance uma boa audiência. E nos folhetins a cobrança é muito maior. Temos um produto que fica oito meses no ar e precisa apresentar um bom resultado.

‘‘Parei de fumar exatamente no dia 31 de dezembro de 1988. Foi muito difícil.
O Drauzio (Varella) tem razão quando diz que cigarro é a pior droga que existe’’

 

 

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