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Álbum
Juliana Paes
A hora da estrela

Fotos: Arquivo pessoal, Arquivo AG.ISTOÉ, Divulgação, AG.NEWS E Marcelo Liso / AFB PRESS



Ser sexy é motivo de orgulho e desejo para a maioria das mulheres, mas foi por muito tempo um conflito para Juliana Paes. “Eu temia ficar rotulada de sensual”. A libertação viria com as palavras do dramaturgo Gilberto Braga, que convidou a atriz para viver a manicure Jaqueline Joy em Celebridade (2003). “Ele me disse para não querer tirar essa sensualidade de mim porque era meu. Naquele momento, um mundo novo se abriu. Nunca mais tive vergonha de estar bonita e ser sensual”, disse Juliana. Porém, os olhos grandes, os cabelos encaracolados e o corpo escultural nem sempre foram aliados. Quando começou a carreira de modelo, aos 12 anos, foi preterida em testes de comerciais, que preferiam tipos menos exóticos. Mas não demorou para que a beleza de Juliana saltasse aos olhos. Ao retomar a carreira de modelo, aos 18, participou de campanhas publicitárias estampando outdoors. Foi em um deles que o diretor de Laços de Família (2000) Ricardo Waddington notou a jovem de Rio Bonito criada em Niterói, convidando-a para um teste. Meses depois, ela ganhava o Brasil na pele da empregada Ritinha ao lado de veteranos como Marieta Severo. Após a estreia, emendou papeis de sucesso no horário nobre global. O auge do sucesso viria em 2009 com Caminho das Índias. Comprovando que talento e sensualidade são coerentes e complementares, foi destaque como protagonista da trama, além de eleita personalidade mais sexy do ano pela Gente. Em 2010, as realizações continuaram. O sonho da maternidade foi consumado e a musa ganhou Hollywood com filme Bed and breakfast dirigido por Márcio Garcia.

 

 

   


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