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A velha e boa pancadaria
Sylvester Stallone reúne valentões de ontem e hoje em Os Mercenários, um filme que é a cara dos anos 80

Suzana Uchôa Itiberê

 

★★★ AÇÃO

Stallone se sai bem como diretor; acima, em cena com Giselle Itié

SYLVESTER STALLONE AGRADOU os brasileiros ao rodar parte de Os Mercenários em Mangaratiba, no Rio de Janeiro. E ainda escalou Giselle Itié para viver a mocinha. Tudo maravilha, até o astro zombar do País ao dizer que aqui "você pode explodir tudo que eles dizem 'obrigado e leve um macaco para casa'". A retratação foi imediata, mas o estrago já estava feito. A poeira mal baixou e vem nova polêmica, com a acusação da produtora O2 de ter levado calote de R$ 3,8 milhões pelos serviços prestados - informação negada em nota oficial da Nu Image/Millennium Films. No fim, a controvérsia só deve aumentar a curiosidade acerca dessa aventura em que o astro promove uma inédita reunião de feras da pancadaria.

Depois de frustradas investidas como ator dramático, Stallone revitalizou a carreira ao retomar seus mais emblemáticos personagens. Escreveu e dirigiu Rocky Balboa (2006) e Rambo IV (2008), para ver os dois baterem os US$ 100 milhões nas bilheterias. Agora, assume novamente a batuta, mas divide a cena com a nata do gênero - apenas Jean- Claude Van Damme recusou o convite. Bruce Willis e o "governator" Arnold Schwarzenegger participam e há espaço para a nova geração, com Jet Li e Jason Statham. Em ótima forma aos 64 anos, Stallone usa um fiapo de roteiro, sobre um grupo de mercenários que vai derrubar o ditador de um fictício país latinoamericano, para fazer uma entusiasmada homenagem aos filmes de ação que tiveram seu auge na década de 80. O astro pode não ser bom com as palavras, mas é melhor diretor do que se imagina.

(Classificação indicativa: a conferir)

 

 

 



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