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Roberta Sá
Uma das cantoras mais bem-sucedidas de sua geração, Roberta Sá lança Quando o Canto é Reza, em parceria com o Trio Madeira Brasil, e fala do trabalho e da carreira

Mauro Ferreira

 

Fotos FELIPE VARANDA/ AG. ISTOÉ
Roberta deine o novo trabalho como "um disco de encontros"; na página ao lado, com Zé Paulo Becker, Marcello Gonçalves e Ronaldo do Bandolim

"Não consigo dimensionar o sucesso"

 

É COM DELICADEZA, mas firmeza na voz, que Roberta Sá pede silêncio a uma assessora da gravadora Universal Music logo quando começa a entrevista com Gente. O gesto confirma a fama da cantora de ser atenta a cada detalhe de seu trabalho. Uma das intérpretes mais bem-sucedidas e cultuadas de sua geração, a artista potiguar - criada no Rio de Janeiro desde menina - parece mesmo ser exigente e dá a impressão de escolher cada palavra usada para falar de seu terceiro CD de estúdio, Quando o Canto É Reza, inteiramente dedicado ao repertório de Roque Ferreira, compositor baiano incensado por toda a MPB e gravado por um leque de intérpretes que vai de Zeca Pagodinho a Maria Bethânia. "É um disco de encontro", se apressa em conceituar Roberta, para reforçar a participação do Trio Madeira Brasil, formado por Ronaldo do Bandolim, Marcello Gonçalves e Zé Paulo Becker. Os músicos vão dividir também o palco com a cantora na turnê que estreia em 27 de agosto, no Teatro Castro Alves, em Salvador (BA). "Já que o canto é reza, vou estrear oficialmente no maior templo da Bahia", graceja Roberta, que fala sobre o novo trabalho, revela que já não se deixa intimidar pelo palco e conta como é ter o disco produzido pelo marido, Pedro Luís.

Como surgiu o interesse pela obra de Roque Ferreira, um compositor tão distante do seu universo carioca?
Esse projeto é antigo. Comecei a me interessar pela obra do Roque quando ouvi seu primeiro disco, Tem Samba no Mar (2004). Lembro do Yamandú (Costa, violonista) falando desse disco maravilhoso. Nosso primeiro contato foi quando liguei para ele, em 2006, para pedir músicas para meu segundo álbum (Que Belo Estranho Dia Para se Ter Alegria, 2007).

Você e o Trio Madeira Brasil mudaram a concepção de algumas músicas. O samba "Água da Minha Sede" ganhou um toque de maracatu.
Esse disco mostra nosso encanto pela obra do Roque, mas a ideia era essa mesma: fazer da nossa maneira. Quando o Canto é Reza é um disco de encontros. O trio em si já é um encontro de três músicos extraordinários. O disco é o encontro deles comigo e é também o nosso encontro com o Roque, que expressa sua visão particular sobre a música da Bahia, não é um pescador que faz música sobre o que vive no cotidiano.

 

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