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Luto
A imensa dor de uma mãe
Cissa Guimarães recebe o carinho de dezenas de amigos, colegas e familiares após a perda de seu caçula, o músico Rafael Mascarenhas, atropelado enquanto andava de skate num túnel interditado para reparo, no Rio de Janeiro

Por Poliana Costa



O DRAMA DA ATRIZ Cissa Guimarães teve início na madrugada da terça-feira 20, pouco depois de 1h30 da madrugada, quando seu celular tocou. Do outro lado da linha estava João Pedro Gonçalves, um dos melhores amigos de seu filho mais novo, Rafael Mascarenhas, 18 anos, fruto do relacionamento que teve com o músico Raul Mascarenhas. Muito nervoso, João avisava que Rafael havia sido atropelado enquanto os dois e mais um outro colega andavam de skate no Túnel Acústico da Gávea, no Rio de Janeiro. Assustada, ela correu ao encontro do filho, que foi levado pelos bombeiros para o Hospital Miguel Couto com politraumatismo na cabeça, no tórax, nos braços e nas pernas. O rapaz chegou a ser operado, mas não resistiu aos ferimentos e morreu às oito da manhã do mesmo dia.

Quando recebeu a notícia, Cissa desabou. A atriz caiu em prantos, nos braços de seus outros dois filhos, Thomaz e João Velho, que teve com o ex-marido, o ator Paulo Cesar Pereio. Em estado de choque, ela foi sedada e levada de volta para o seu apartamento, na Gávea. Não demorou muito para que amigos, como o jornalista William Bonner, o apresentador Luciano Huck e a atriz Susana Vieira, demonstrassem solidariedade à Cissa por meio de visitas, telefonemas ou via internet. Quatro horas depois da morte de Rafael, a atriz usou o Twitter para fazer um desabafo. "Em luto!", postou em sua página no microblog.

O corpo do jovem músico foi velado na quarta-feira 21, na Capela 1 do Cemitério Memorial do Carmo, na zona portuária do Rio. Thomaz, o primogênito, apareceu sozinho e aguardou a mãe, que só chegou às 11h, acompanhada do filho João. Vestidos de branco, os três seguiram rumo à capela visivelmente consternados e em silêncio. "Minha mãe vai precisar de muito apoio e ajuda a longo prazo. Carinho, força e paciência", declarou Thomaz durante o velório. O irmão mais velho criticou o esquema de fiscalização do túnel, que estava interditado na hora do acidente. Também demonstrou indignação diante das suspeitas de que o motorista que atropelou Rafael estivesse fazendo um pega com um outro veículo. "É um absurdo fazer pega de carro. Acho que os responsáveis têm que pagar."



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