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O queridinho da Copa
Tiago Leifert, apresentador do programa Central da Copa, é a boa surpresa da cobertura do torneio na tevê

Poliana Costa Fotos Orestes Locatel/ Ag. IstoÉ

 



Estilo despojado e bom humor: marcas registradas do jornalista

 

SE VAI RESTAR ALGUMA BOA LEMBRANÇA desta Copa do Mundo da África do Sul, após o fiasco da Seleção de Dunga, será atuação do jornalista Tiago Leifert à frente do programa Central da Copa, da Rede Globo. Em mais uma cobertura televisiva cheia de clichês, coube ao paulista, 30 anos, inovar com sua irreverência e bom humor. O resultado é uma tradução do futebol que atrai telespectadores pouco habituados a acompanhar o esporte, como donas de casa e jovens que, hoje, entopem seu Twitter – que tem mais de 200 mil seguidores – com comentários e até pedidos de casamento.

Tiago opera o "supercomputador", recurso que mostrava a armação tática das seleções

No ar, Tiago levou convidados ilustres, como ex-jogadores, atrizes e cantores, mas também pinçou da plateia personagens inusitados, como um torcedor argentino e outro inglês. Como não usa o recurso do teleprompter (aparelho que mostra o texto que o apresentador precisa ler), os erros e o improviso viram atração, como no dia em que trocou o nome do repórter da emissora, Pedro Bassan, por “Pedro Maçã”. Em outro momento, brincou com o narrador Galvão Bueno e a campanha que rolou na internet, a “Cala a boca Galvão!” e, o que poderia virar uma saia-justa interna, se transformou em mais uma brincadeira.

 

Por suas ideias inovadoras, ele alcançou o posto de editor chefe do Globo Esporte, em São Paulo, no ano passado. “Credibilidade não tem nada a ver com dançar rebolation no ar. É a autenticidade de saber que se você está falando aquilo, é porque é verdade”, opina Tiago, que é filho do diretor comercial da Globo, Gilberto Leifert. O sucesso relâmpago é fruto de muito trabalho. Tiago se assume workaholic, ele chegou a ler o livro Eclipse e assistir ao filme Crepúsculo só para entender melhor a cabeça das suas fãs. Folga? Ele não sabe o que é desde 2006 e, apesar de estar temporariamente morando no Rio de Janeiro desde o início da Copa, ainda não colocou os seus pés na areia. “É um traço da minha personalidade. Acho que se eu relaxar um dia e o programa do outro dia não for tão bom, vai acabar comigo. Então é melhor não arriscar”, explica ele, que relaxa ouvindo rock e hip-hop no seu iPod e tomando longos banhos em casa.

Fora do expediente, Tiago procura ter uma vida normal. Há cinco anos, ele namora a jornalista Amanda Foschini, 25 anos, com quem planeja casar no ano que vem. Assediado diariamente pelo público feminino, ele garante que sua realidade era bem diferente antes da fama. “É o poder embelezador da televisão. A verdade é que eu era um cara bem abaixo da média. Não era paquerado. Eu sei a verdade e não adianta, ninguém vai me convencer”, diz. Sorte de Amanda, que, segundo ele, é ciumenta e brava.

 

 

 



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