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Música
Jorge Ben Jor, o homen gol da MPB!


Jorge Ben Jor relança “Umbabarauma”, clássico dos anos 70, e fala da paixão pelo futebol e das histórias dos campos que viraram músicas

JORGE BEN JOR É UM GÊNIO MUSICAL, mas a definição que dá para si mesmo é outra. “Sou brasileiro e meu time é o Flamengo”, diz. Numa equação simples, somando essas duas considerações, o resultado é fácil: uma musicalidade única e canções em que o futebol é tema. Em “Camisa 10 da Gávea”, declarou sua admiração por Zico. “Fio Maravilha”, um desses hits de qualquer festa que se preze, não deixa ninguém esquecer o talento de João Batista Sales em campo nos anos 60. O golaço mais recente de Ben Jor é a parceria com Mano Brown. A partir do encontro promovido pela Nike, a dupla regravou o clássico “Ponta de Lança Africano (Umbabarauma)”, lançado em 1976 no disco África Brasil. Se ele é fanático por futebol? “É lógico”, ele responde. Se alguém tem dúvidas, basta ver a maneira como fala, em entrevista exclusiva à Gente, de design de estádios, de jogadores importantes e dos planos de ver todos os jogos da Seleção na Copa de 2014, no Brasil, da sensação de entrar em campo e fazer gol e, claro, de pôr todo mundo para dançar.


Como surgiu a ideia de regravar a música “Ponta de Lança Africano (Umbabarauma)”?
Meu filho Gabriel (produtor do projeto) me abordou em setembro do ano passado com a ideia de fazer um trabalho visando a Copa do Mundo e a África. Sempre gostei de futebol e esse clima contagiante de Copa do Mundo.

O que o levou a escrever músicas como “Fio Maravilha” e “Umbabarauma”?
Sobre “Fio Maravilha”, sempre admirei o estilo do futebol do Fio. Quando ele metia um golaço, eu imaginava o Maracanã exaltado gritando: “Fio Maravilha, nós gostamos de você”. Já Umbabarauma me inspirou pelo fato de ser o primeiro jogador africano a jogar na Europa, numa época em que o racismo era maior no futebol europeu.

É possível comparar a emoção que sente no palco à de assistir a um jogo?
São emoções diferentes, mas ambas energéticas e maravilhosas. Já joguei muito futebol, gosto da sensação de entrar em campo e fazer gol. Já no show, você sente o público. Não gosto de tocar as músicas por ordem, gosto de sentir a energia e ver todo mundo dançar.


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