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Copa 2010
Virei boleira
De campeã de bodyboard a especialista em futebol, Glenda Kozlowski cobre seu segundo Mundial e afirma que as mulheres hoje discutem o jogo de igual para igual com os homens

Rodrigo Cardoso e Yan Boechat, de Joanesburgo FOTOS Juca Rodrigues/ Ag. IstoÉ

 

O CLIMA ANDAVA TENSO em uma das entrevistas coletivas organizada pela CBF no Hotel The Fairway, em Joanesburgo. O sabatinado da vez era o Camisa 10 da Seleção, Kaká. A imprensa nacional e estrangeira, masculina em sua imensa maioria, cutucava o jogador, expulso no jogo contra a Costa do Marfim. Com seriedade, o atleta ia driblando a turma do microfone até que a carioca Glenda Kozlowski, uma ex-atleta tetracampeã mundial de bodyboard que se tornou jornalista, levantou o dedo e pediu a palavra. “O que sua avó achou da expulsão?”, questionou ela, há 16 anos na Rede Globo.

Pronto. Estava quebrado o protocolo do evento. Com um largo sorriso no rosto, Kaká respondeu: “Com todo carinho que minha avó tem, ela deu umas facadas no árbitro. Mas não posso falar o que ela disse sobre ele”. Os marmanjos caíram na gargalhada na sala e Glenda, que havia chegado de mansinho no local, meio abaixada para não atrapalhar os cinegrafistas focados no craque, marcou mais um gol.

Observar e analisar a Copa do Mundo – a segunda de sua carreira, junto com a da Alemanha, em 2006 – sob a ótica feminina é uma das tarefas da repórter nessa cobertura do Mundial da África do Sul. Tem sido divertido e muito trabalhoso. Glenda vai ao ar no Bom Dia Brasil, no Jornal Hoje e em flashs durante a programação da emissora. Para dar conta dessa tarefa e matar a saudade da família com conversas de madrugada pelo Skype, não vai para a cama antes das 3h. Aos 35 anos, ela namora há um ano o dentista Luiz Tepedino. É ainda mãe de Gabriel, de 14 anos, de seu casamento com o músico Ricardo Aragão, e de Eduardo, 4, fruto de sua união com o ex-nadador Cassiano Schalch Leal. Na África do Sul, porém, é no papel de expert em futebol que ela vem mostrando seu talento.

 

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