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livros
Tempos modernos

Aina Pinto

 

ANA VITALE/DIVULGAÇÃO

Descomplique! Um Guia de Convivência e Elegância (Leya, 144 págs., R$ 34,90), de Vanessa Barone, editora de estilo da Dinheiro, atualiza dicas de etiqueta para situações cotidianas, da praia ao trabalho, de um jantar com amigos aos amigos virtuais:

Regras de etiqueta existem há séculos. O que muda? Como fez para que o livro fosse atual?
Hoje, tudo é muito informal, há uma sensação de que vale tudo. Não se respondem mais aos convites para jantar, tudo é desculpável pela falta de tempo. Muitas regras estão vencidas e é preciso ordenar o vale-tudo, tentar tornar o convívio mais agradável. Ainda é delicado, sim, responder a um convite para jantar, levar flores e não as crianças. Mas não há mais frescuras. Os homens não têm mais de se levantar sempre que alguém chega. O que é mais importante? Que eles se levantem ou que os convidados sejam recebidos com a bebida na temperatura certa?

O livro é bastante focado no convívio, mas há também dicas sobre moda. Como a maneira de vestir facilitam as relações interpessoais?
Pensar no que vestir é um ritual, mostra atitude, e a roupa tem de estar a seu serviço, não o contrário. Eu falo sobre liquidação, reciclagem. Não adianta ir à bancarrota para se vestir bem. E o visual ajuda a conviver bem em qualquer situação. Há homens que só usam calça e paletó e que, em algumas situações, podem ficar mais relaxados. E o contrário também acontece.

Como não perder a compostura em situações como a música alta nas lojas ou quando pessoas que mal a conhecem a chamam por apelidos?
As pessoas usam muito dessa intimidade forçada. Quando isso acontece, é preciso manter a calma, mas mostrar que há limite. Há barreiras que não foram derrubadas e que precisam ser respeitadas.

Mas há coisas que são hábitos nacionais, como essa intimidade à primeira vista, ou o anfitrião que insiste para que o convidado “fique à vontade” e coma mais, beba mais.
Nessas horas, é preciso deixar o hábito de lado e se colocar no lugar do outro. Se o convidado não come mais, pode ser que ele já esteja satisfeito ou mesmo que não tenha gostado do jantar. Acontece. E ele tem de ser respeitado.

Algumas dicas:

Apenas “sim” ou “não”: “Se você sofre de refluxo, alergia, gastrite ou similares, é uma pena. Isso significa que tem um monte de coisas que você não pode comer. Mas o mundo não tem culpa, ok? Para começar, poupe os outros dos detalhes sórdidos.”

Tradições: “(Bufês infantis) enterraram a deliciosa prática de se produzir festas em casa, que vem de antigamente, e contava com a ajuda da avó, das tias, dos vizinhos e do próprio aniversariante – afinal, por mais precioso que seja o seu filhote, ele não vai morrer porque enrolou alguns brigadeiros ou encheu bexigas de ar.”

Melhor amigo:
“(Não deixe) o cachorro na porta da padaria ou do supermercado latindo para quem passa, só porque decidiu levá-lo às compras. Mesmo que ele não morda, ele assusta e intimida, faz barulho e chateia quem não tem nada a ver com isso.

 

 

 



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