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Internacional
Programa de turista
John Travolta visita o Brasil ao lado da mulher, grávida de quatro meses, e conta como vem superando a ausência do filho mais velho, morto em 2009

Gustavo Autran Fotos: Daniela Dacorso / Ag.IstoÉ

 

 

NA RÁPIDA PASSAGEM pelo Rio de Janeiro, John Travolta, 56 anos, contou gostar de samba, elogiou o cinema nacional e mostrou que realmente conhece a cultura brasileira. Sabia, por exemplo, que em dia de jogo da Seleção, o País para. Assim, aproveitou a partida contra a Coreia do Norte, na terça-feira 15, para levar a filha, Ella Bleu, e a mulher, a atriz Kelly Preston, 48 anos, para conhecer o Cristo Redentor sem ser incomodado. O ator havia desembarcado naquele dia, pilotando o próprio avião, um Boeing 707. À noite, optou também por um programa discreto e foi com a família ao restaurante Alessandro & Frederico, em Ipanema, longe da badalação no Leblon.

O ator esteve no Brasil para a divulgação de uma marca de relógio. Na entrevista coletiva, na quarta-feira 16, no bar do hotel Fasano, Travolta falou sobre cinema, família e aviação – ele fez o primeiro voo aos 16 anos e tem mais de dez brevês (a carteira de habilitação para conduzir aeronaves). O ator esbanjou simpatia e não se importou em responder perguntas sobre sua vida particular. Contou que sua fé na cientologia, religião conhecida por arrebanhar estrelas de Hollywood, deu-lhe forças para enfrentar a morte de seu filho mais velho, Jett. O adolescente morreu em 2009, após uma convulsão. “É uma dádiva ter uma religião que lhe dê suporte num momento desses”, disse. Ao falar sobre a gravidez da mulher, o ator citou mais uma vez o primogênito. “Minha mulher e eu tentamos por quatro anos até ela engravidar. Isso é comum se você resolve ter filhos quando está mais velho. Jett veio rápido, após poucas tentativas.”

“Minha mulher e eu tentamos por quatro anos até ela engravidar. Isso é comum se você resolve ter ilhos quando está mais velho”, contou

Sobre a carreira de altos e baixos, Travolta, que estourou com Os Embalos de Sábado À Noite, nos anos 70, depois passou um tempo longe do sucesso, reconheceu que Pulp Fiction (1994), de Quentin Tarantino, ajudou a projetar novamente seu nome. “Adoraria repetir a experiência com o Tarantino. Espero que os rumores sobre uma nova parceria com ele sejam verdadeiros”, disse. O ator foi embora no fim do dia e, no aeroporto, sorriu para os fãs que queriam tirar fotos e ganhou uma camisa da Seleção Brasileira.

 



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