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30 coisas que você não sabe sobre Cauã Reymond
Mas não é a Grazi Massafera para perguntar. Gente passa duas horas com o galã de Passione em uma suíte de hotel, em São Paulo, para arrancar 30 preciosas curiosidades sobre seus 30 anos de vida

Simone Blanes Fotos: Alê de Souza


Duas horas e meia, 150 perguntas, um punhado de lágrimas e muitos sorrisos. Tudo para contar - ou tentar contar - um pouco dos 30 anos de Cauã Reymond, astro de uma safra valiosa de atores que surgiu na década passada e que, agora, colhe os frutos de uma carreira que mira voos cada vez mais altos - tal e qual o significado do seu nome, "gavião", em tupi. Cauã estreou a nova idade dia 20 de maio e se enxerga mais maduro. "Mas um pouco teimoso ainda", confessa. Ele anda mais bem-humorado também. "Eu rio de mim, me sacaneio direto. Isso me ajudou em tudo", diz.

A estabilidade profissional é festejada, claro. Afinal, as coisas nunca foram fáceis para ele no começo, seja como modelo, seja como ator. Até roubar biscoitos em loja e lavar chão de banheiro teve de fazer para pagar aulas de interpretação. Uma história de superação que faria seu emotivo protagonista chorar - algo que não é lá difícil de acontecer. Foi assim quando ganhou o título sul-americano de jiu-jítsu, aos 15 anos, com o pai na plateia. "Me lembro do meu pai chorando. Ele dizia: 'Meu, você ganhou!'.", recorda, com olhos lacrimejados. A relação com a família parece mexer com ele. Seus pais, José Marques e Denise Reymond, separaram-se quando Cauã tinha 2 anos. A mãe ficou no Rio e o pai mudou-se para Santa Catarina, onde o ator viveu na adolescência. Com Denise, aprendeu a lutar pelos objetivos, já que passou por momentos difíceis em Friburgo (RJ). Com José, desenvolveu a paixão pelo surfe, pelo mar e pelo rock.

"Nesses anos, aprendi a viver 'sem'. Quando você mora fora, aprende a viver 'sem': dinheiro, família... Às vezes você está viajando, trabalhando, e fica longe da família. Graças a Deus, hoje, posso bancar as pessoas para virem me ver. Posso proporcionar - e proporciono. Tento ser muito família porque tive uma família muito espaçada e tento reconstruir isso."

Cauã é assim: galã, porém, humano, algo que, talvez, o aproxime mais do seu público. Chora e sorri... sofreu e venceu. Vive uma grande fase profissional: tem quatro filmes para lançar - Não se Pode Viver sem Amor, de Jorge Duran, Reis e Ratos, de Mauro Lima e Estamos Juntos, de Toni Venturini, além de Meu País, de André Ristum, em 2011 -, curte a vida de "casado" com outra estrela da tevê de origem humilde, Grazi Massafera, quer ter 3 filhos, quer casar na igreja... Cauã é gente como a gente. E tão particularmente especial, como todos são.

 

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