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Cinema
Qual o seu vampiro preferido?

 

Fotos: Kimberly French / Divulgação
Robert Pattinson e Kristen Stewart, hoje casalsensação, eram desconhecidos quando chamados para o primeiro filme

Em entrevista exclusiva, a atriz Kristen Stewart fala do caráter romântico de seu papel em Eclipse, terceiro filme da saga Crepúsculo, que estreia no Brasil na mesma semana em que a tevê paga começa a exibir a terceira temporada da série True Blood, com seus vampiros pervertidos. Tem sanguessuga para todos os gostos...

A 15 DIAS DO SEU LANÇAMENTO, na quarta-feira 30, Eclipse, a terceira parte da saga Crepúsculo, já havia vendido 60 mil ingressos no Brasil. Os números não impressionam quando se levam em conta as cifras atingidas pelo primeiro filme da série, que arrecadou mais de US$ 350 milhões, e pelo segundo, Lua Nova, que chegou aos US$ 700 milhões. Contudo, esta não é a única aventura vampiresca a exibir dados de cair o queixo. A terceira temporada de True Blood, com lançamento no domingo 27 no HBO, foi ao ar nos Estados Unidos atraindo mais de 6,4 milhões de espectadores. O sucesso de audiência, mesmo que de proporções diferentes, é a única semelhança entre as duas produções, porque, mesmo com temáticas idênticas, não poderia haver maneiras mais diversas de falar de vampiros. True Blood aposta na complexidade e erotização de seus personagens e no poder afrodisíaco do sangue. Na série, não há lugar para imagens românticas e juvenis - como esta à esquerda - comuns em Eclipse, centrado no conflito de Bella (Kristen Stewart), dividida entre o amor do vampiro Edward (Robert Pattinson, com quem Kristen namora) e a amizade do lobisomem Jacob (Taylor Lautner). Os atores, desconhecidos quando chamados para fazer o que seria um filme pequeno, o primeiro da saga, agora são os queridinhos do público, não somente de jovens. No papo a seguir, Kristen conta como ela se surpreendeu com o sucesso da saga, da amizade com os colegas de cena e dos dilemas sentimentais de sua personagem.


Ao participar do primeiro filme da saga Crepúsculo você imaginou que seria algo dessa magnitude, com milhões de fãs pelo mundo?
Nunca imaginei algo assim. Quando fiz o primeiro filme foi porque queria fazer parte daquilo. Não só por ter me apaixonado pelo livro, mas por aquele ser um filme em que os artistas teriam controle sobre ele, o que realmente aconteceu. E então, aquilo explodiu!

Como é trabalhar novamente com Robert Pattinson Edward Cullen e Taylor Lautner?
É ótimo. Não há como ser surpreendido por momentos de falsidade. Tenho essa relação com ambos, Rob e Taylor, que são ótimos garotos e têm se tornado as pessoas mais próximas de mim na vida. Se não nos déssemos bem, eu ficaria péssima.

E como é Robert como ator?
Ele tem uma abordagem mais contemplativa em relação ao Edward, além de um humor diferente, mas amo trabalhar com ele. Ele e Taylor me surpreenderam, porém de maneiras totalmente diferentes.

 

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