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Regina Guerreiro
Ser é poder

Foi na infância solitária em um colégio de freiras que Regina Guerreiro aprendeu a brincar com seu imaginário - que, aliado ao talento e à falta de papas na língua, lhe renderam juntamente com a fama de "diaba", o título de uma das melhores jornalistas e críticas de moda do Brasil. A carreira começou em 1964, ao perceber que poderia fugir do óbvio, levando roupas para dentro de um estúdio fotográfico. Começaram aí seus editoriais excêntricos que fariam história no Brasil e no Exterior, com suas incursões nas edições espanhola e inglesa da revista Claudia.

A experiência internacional se estendeu a Nova York no período em que estagiou na Harper's Bazaar. Ao retornar para o Brasil, assumiu, em 1975, o "Jornal da Moda" na Vogue, onde permaneceu por 14 anos sendo editora e, depois, diretora. Lá, mostrou que moda pode ser resultado do comportamento, dos desejos e do poder econômico, apostando no "barbante em vez do brilhante", como costuma dizer. Continuou seu trabalho de vanguarda na Elle, de 1993 a 1997. O desejo de morar fora do país novamente a levou a Paris, onde permaneceu como correspondente internacional. Com seu blog prestes a ser lançado, a fama de "diaba" não incomoda Regina, que encerra com mais uma de suas afirmações: "Não há lugar para os bonzinhos."

Fotos Arquivo pessoal e Rodrigo Trevisan / Ag.istoé

 



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