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Livros
Todas as Glorias

A atriz conta passagens dos bastidores de novelas e filmes no livro comemorativo

Já chamada de “um capítulo da história da tevê”, Gloria Pires ganha um livro dedicado a sua carreira. 40 Anos de Gloria (Geração Editorial, 346 págs., R$ 39,90), de Eduardo Nassife e Fábio Fabrício Fabretti, traz desde a primeira vez que ela apareceu na tevê, aos 5 anos, na abertura de A Pequena Órfã, até o próximo trabalho, em uma novela de Gilberto Braga. Alguns trechos da publicação:

Gloria observava Sônia (Braga) parada e concentrada, recostada na porta do cenário (...). “Eu não sabia o que era aquilo, fiquei impressionada. Olhava para a Sônia e ela estava lá, quieta. (...) Meu pai percebeu meu estranhamento e me explicou que ela estava fazendo laboratório, que vem a ser o contato que o ator trava com a emoção da personagem (...). Comecei a achar interessante e, a partir daí, passei a observar outros atores também, como a Regina Duarte e o Francisco Cuoco.”

Lauro (Corona) a apelidou afetuosamente de Vó Glorinha. “Ele dizia que eu era sábia, embora fosse a mais nova da turma (14 anos). O Lauro achava que eu tinha uma postura séria como uma vovó, mas não no sentido depreciativo.”

Quando Cleo completou cinco meses, Gloria raspou-lhe os cabelos. “Raspar a cabeça dos filhos, antes de eles completarem um ano, é uma tradição de família. Minha mãe dizia que era bom para renovar e fortalecer o cabelo da criança. Ela tinha raspado a minha e a da minha irmã.”

Fisgada pelo seu sucesso (à época de Mulheres de Areia), a revista Playboy, pela segunda vez, desde sua recusa em Cabocla, refez o convite para posar nua. “Cheguei a pensar, sim. Mas não tive audácia. É só uma questão pessoal, de estar à vontade. E eu não fico.”

Uma série de desentendimentos entre a diretora (Norma Bengell) e a atriz impregnou o set (de O Guarani) de discórdia. “Nossa convivência ficou muito diícil. Ela implicava comigo por coisas infundadas. (...) Uma hora estava tudo bem; em outra, vinha uma bad trip. Jamais tive o hábito de ser maltratada. (...) E trabalhamos juntas até o fim. Ela, como diretora; e eu, como atriz, numa relação estritamente profissional, sem empatias. Foi horrível.”

 

 



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