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Música
A diva do pop-clássico
Ao interpretar hits pop com melodia clássica, a britânica Katherine Jenkins enfrenta a crítica, conquista a Europa e lança seu primeiro álbum internacional no Brasil

FABIANO CERCHIARI/ AG. ISTOÉ
Cantora pensa em montar uma ópera e também em fazer um dueto com Lady Gaga

SENTADA DE MÃOS DADAS com o namorado à beira do lago no Ibirapuera, em São Paulo, Katherine Jenkins se confundia com os anônimos que elegeram o parque para curtir a ensolarada tarde do domingo 16. Foi como uma desconhecida que a mezzo-soprano britânica, 29 anos, com mais de quatro milhões de discos vendidos, passou suas escassas horas livres no Brasil, já que veio a trabalho exatamente para fazer-se conhecida. Compromissos com a divulgação do disco Believe, o sétimo de sua carreira e o primeiro lançado internacionalmente, encheram a agenda de Katherine nos quatro dias que permaneceu na capital paulista.

Katherine é fenômeno na Europa com a inusitada fórmula de misturar os estilos clássico e pop, o chamado crossover. "O que faço é transformar os arranjos das guitarras elétricas e bateria em instrumentais de uma orquestra. A música recebe esse caráter clássico, mas ainda é a mesma canção que todos conhecem", explicou em entrevista à Gente.

Tal inovação já transformou a cantora em alvo de críticas. Afinal, quem imaginaria ouvir em um concerto no Teatro alla Scala di Milano, na Itália, o hino do reggae, "No Womam No Cry", composto por Bob Marley. A música é uma das faixas do seu novo álbum, que também traz uma releitura da canção "Bring me to Life", da banda Evanescence. O objetivo de Katherine com suas conversões é tornar a música clássica mais acessível. "Muitos críticos querem mantê-la entre a elite e eu não concordo com isso. Meu trabalho pretende mostrar que o canto lírico não é intimidante e restrito a pessoas mais velhas e ricas. É para todos. Só precisa ser introduzido de uma maneira bacana", rebate.

Dona de um corpo escultural, sorriso largo e um par de olhos verdes, Katherine assemelha-se mais às divas pops do que à imagem de antigos ícones da música clássica. Contudo, este é mais um estigma que ela pretende vencer. "Diva é uma mulher independente, responsável por sua carreira e decidida artisticamente. Estou pronta para pegar essa estrada", assegura. Entre os objetivos para 2011, a prioridade é encenar uma ópera, mais especificamente Carmen. Mas também mantém o desejo de fazer um dueto com uma diva pop, quem sabe Lady Gaga.

Bela Megale

 



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