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Decoração
As boas-novas do design
Gente apresenta três composições modernas e cheias de estilo de criadores veteranos e estreantes na edição 2010 da Casa Cor São Paulo

Thaís Botelho Fotos Marcelo Navarro/ Ag. IstoÉ

INOVAÇÃO, OUSADIA e ainda mais criatividade marcam a 24º edição da tradicional Casa Cor São Paulo, um dos eventos de arquitetura e decoração mais importantes da América Latina. Com o tema "Sua Casa, Sua Vida Mais Sustentável e Feliz", a mostra de 100 ambientes distribuídos em 56 mil metros quadrados do Jockey Club deve ser conferida por cerca de 160 mil pessoas entre 25 de maio e 13 de junho.

Durante este período, mais três eventos paralelos ganharão a atenção do público: Casa Hotel, dedicado ao setor de hotelaria e turismo; Casa Kids, com tendências em decoração e arquitetura para a família; e Casa Talento, que trará as tendências da arte e do design expostas por 20 profissionais do segmento.

A edição 2010 da Casa Cor também traz uma homenagem aos 50 anos de Brasília, destacando o trabalho do urbanista Lucio Costa, que assinou os grandes projetos da Capital Federal. Na manhã do sábado 22, Gente circulou pelo evento, considerado um dos mais hypados do País, e mostra a visão de alguns especialistas a respeito dos novos rumos do bom gosto.

O designer de interiores, Francisco Cálio e o New Beatle na garagem do loft criado por ele

Loft do artista

Na cozinha-gourmet, uma pequena mesa de jantar, amparada por duas cadeiras Myto, da marca italiana Plank. O piso é todo de madeira natural de demolição

Conforto, mobilidade e praticidade foram privilegiados no projeto de Francisco Cálio, que apresenta um moderno ateliê-loft na Casa Cor 2010. "Muitos artistas buscam galpões que acabam virando sua própria casa. Foi com essa ideia que eu projetei o loft, com tudo o que o profissional precisa", explicou Francisco, que participa da exposição há mais de dez anos.

Dividido em cozinha-gourmet, living com quarto, sala de banho, ateliê e até uma garagem, o local de 200 metros quadrados ganhou madeira de demolição antiga, pastilhas de vidro, aço, resina e piso de ladrilho hidráulico."Tudo muito prático e de fácil manutenção", acrescenta o arquiteto, que incluiu no ambiente uma larga passadeira de ladrilhos hidráulicos em tons de branco, preto e cinza, uma homenagem à arquitetura modernista de Brasília. Já o hall central é pontuado por duas generosas colunas retangulares de concreto aparente, norteando a distribuição do loft-ateliê com charme e elegância.

O espaço se destaca por sua cartela de cores: amarelo intenso é a cor do New Beetle que repousa impávido sobre a passadeira da garagem e foi importado especialmente para a mostra. Pink, vermelho e laranja saltam aos olhos dos visitantes em móveis e objetos.

Francisco também homenageou o artista plástico Marco Magalhães, seu amigo há quase 30 anos. "Começamos praticamente juntos e as obras dele, bastante coloridas e conceituais, têm tudo a ver com a modernidade do local."

Ao fundo, mapa-múndi tridimensional, do artista Gian de Sarno. As cadeiras pretas de resina foram desenhadas pelas arquitetas

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