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Cinema
Relações perigosas

Foto Divulgação


O Preço da Traição mescla drama e suspense ao tratar de um triângulo amoroso incomum entre um casal e uma garota de programa

A loirinha Amanda Seyfried soltou a voz como a filha de Meryl Streep em Mamma Mia! e partiu o coração de Channing Tatum em Querido John. Sua estrela está alta e deve subir ainda mais com a impactante atuação em O Preço da Traição. Nessa trama que mescla drama e suspense, ela interpreta Chloe, a garota de programa contratada pela personagem de Julianne Moore para testar a fidelidade do marido dela, vivido por Liam Neeson.
O diretor Atom Egoyan tem apreço por situações complicadas. Costuma mergulhar seus protagonistas em redemoinhos emocionais para, então, observá-los com a precisão de um detetive de almas. Foi assim ao retratar a dor do luto em O Doce Amanhã e ao desvendar a mente de um psicopata em O Fio da Inocência. Seu olhar sobre esse estranho triângulo amoroso é implacável. Chloe é de uma sensualidade desconcertante e o relato que faz dos encontros com o marido adúltero é regado de um erotismo pulsante que provoca ondas de sofrimento e excitação em sua cliente. Egoyan mantém a verdadeira natureza de seus personagens na penumbra, investe nas cenas de sexo e reserva boas reviravoltas. Embora derrape com um desfecho banal, até lá faz um intrigante exercício de manipulação.
(Classificação indicativa: a conferir) Suzana Uchôa Itiberê

Foto Divulgação

Primeira parte da saga Millenium é de grudar na cadeira
Os Homens que Não Amavam as Mulheres mantém o clima sombrio e faz jus ao best-seller de Stieg Larsson

O Sueco Stieg Larsson se tornou um fenômeno literário com a trilogia de mistério Millenium, que vendeu cerca de 20 milhões de exemplares em mais de 40 países. Mas não aproveitou o sucesso e nem chegou a ver a saga ganhar as telas do cinema. Larsson morreu de infarto fulminante em 2004, aos 50 anos. Os Homens que Não Amavam as Mulheres é o primeiro volume e as adaptações de A Menina que Brincava com Fogo e A Rainha do Castelo, que já estrearam na Suécia, também agradaram tanto que Hollywood pensa em produzir versões ianques.

A violência contra as mulheres é o tema central e é bom avisar que há cenas muito fortes. O protagonista, o jornalista Mikael Blomkvisk (Michael Nyqvist), é uma espécie de alter ego de Larsson. Ele é contratado por um milionário para investigar o desaparecimento de uma sobrinha, ocorrido há 40 anos durante reunião familiar. O tio desconfia que ela tenha sido morta por um parente. Os fãs sabem que a personagem Lisbeth Salander (Noomi Rapace), a hacker tatuada que ajuda Blomkvisk no caso, ganha mais importância na segunda parte. Claro que a restrição de tempo implica um enxugamento da narrativa, mas aqueles que passaram noites em claro com os enigmas do livro não vão se decepcionar. (Classificação indicativa: a conferir) S.U.I.



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