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Televisão
A nova grande família

Aina Pinto

Foto Divulgação

Modern Family faz graça com as novas configurações familiares e tem vários níveis de humor

Uma família normal, no subúrbio de uma cidade americana: pai, mãe, dois filhos (uma adolescente e um garoto mais novo). É “moderna” porque o pai é adepto da teoria de que é preciso ser próximo dos filhos e não autoritário. As outras duas famílias de Modern Family, estreia do Fox na segunda-feira 3, às 22h, são formadas por um homem mais velho e uma mulher latina com um filho de outro relacionamento; e por um casal gay que acaba de adotar uma bebê.
O humor está em vários níveis, do obviamente cômico (como quando o pai vai cumprimentar o namorado da filha e acaba no colo do rapaz por ter machucado as costas) aos diálogos que pedem alguma referência e atenção (como no fato de o casal gay ter adotado uma bebê vietnamita). Modern Family brinca com estereótipos surgidos com as novas configurações familiares. O pai moderninho é pateticamente desastrado e vaidoso. O homem mais velho acha que virou um sedutor apenas porque está com uma bonitona latina. Um dos homens do casal gay consegue fazer um discurso antipreconceito no avião, mas é incapaz de contar à família que adotou uma criança ou de controlar o parceiro, uma “drama queen”.
Na sequência final, quando se encontra a solução para o conflito do episódio (a apresentação da filha do casal gay), há a revelação de que todos são parentes e aquele clima de que, por mais diferentes que sejam, eles se entendem porque se amam. Pois são modernas, mas, não deixam de ser família

Foto Divulgação

O passado nas pequenas coisas

Detetives da História, primeira produção brasileira do History Channel, investiga origens de objetos e lugares

No primeiro episódio de Detetives da História, que estreia no History Channel na terça-feira 4, às 21h, o dono de uma velha espada, usada antes para cortar grama, quer saber se o objeto foi utilizado na Guerra do Paraguai, considerada o maior conflito armado da América do Sul, ocorrido entre 1864 e 1870. Uma outra pessoa quer saber quem, afinal, é o autor da estátua do Cristo Redentor no Rio de Janeiro. Os apresentadores Renata Imbriani e André Guerreiro Lopes saem atrás das respostas.
A série é a primeira produção brasileira do canal, em parceria com a Giros, e tem seis episódios que consumiram nove meses de pesquisas. As investigações são feitas a partir do contato dos telespectadores (na primeira temporada, a produção divulgou a série em instituições de pesquisa e cidades do interior), que desconfiam que têm algo de valor histórico ou que há algum brasileiro por trás de criações importantes. No caso do Cristo, por exemplo, uma pessoa diz ser parente do autor da estátua. No segundo episódio, investiga-se o caso de um padre que teria transmitido frequências de rádio antes do inventor italiano Guglielmo Marconi. No site do canal (seuhistory.com), há espaço para o público postar fotos e fazer perguntas sobre objetos. Algumas delas serão tratadas no programa.



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