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Cinema
Mais soturno, menos maravilhoso

Por Marina Monzillo

 

Foto: DISNEY ENTERPRISES
A famosa cena do chá do Chapeleiro Maluco, vivido por Johnny Depp, em meio ao cenário pósapocalíptico do filme. Na mesa, Alice, interpretada por Mia Wasikowska

Tim Burton atualiza a história, cria uma nova estética, mas não faz de Alice no País das Maravilhas um novo clássico cinematográfico

TIM BURTON ESTÁ EM ALTA. Uma exposição no MoMA sobre a carreira do cineasta é um dos programas mais descolados no momento em Nova York. Johnny Depp já é hors-concours, está sempre badalado. E Alice, personagem de Lewis Carroll, voltou à moda por causa de Burton e Depp. Portanto, é natural toda a expectativa gerada pela versão do diretor e estrelada pelo ator para Alice no País das Maravilhas. Mas, como se costuma dizer, a expectativa pode ser o caminho mais curto para a frustração. O filme tem a indiscutível qualidade estética das produções de Tim Burton e o usual carisma de Depp como o Chapeleiro Maluco, mas peca naquele algo a mais que poderia oferecer e, de quebra, se transformar em um clássico cinematográfico.

O longa-metragem une o romance mais famoso de Carroll com sua sequência, Alice Através do Espelho, e um outro conto do autor. Mas o roteiro tenta explicar uma história cuja proposta inicial é ser nonsense. Alice (Mia Wasikowska) está com 19 anos e prestes a embarcar em um casamento arranjado. No dia do noivado, segue o coelho branco e cai novamente no buraco até o mundo subterrâneo, onde esteve quando criança. A garota curiosa virou uma adolescente que faz muxoxos, e o País não aparenta ser tão maravilhoso assim. A Rainha Vermelha (Helena Bonhan Carter) ameaça a todos com o bordão “corte-lhe a cabeça” e cabe à forasteira liderar uma batalha para derrubar a vilã e dar o trono à Rainha Branca (Anne Hathaway). A essa história, e ao visual pós-apocalíptico, triste, do mundo subterrâneo, une-se o efeito 3D, que não acrescenta muito. O filme foi rodado em 2D e convertido depois, por escolha do diretor. (12 anos)

 

 



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