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O lado B de Angélica
O que esperar da apresentadora bem-casada e bem-sucedida, que sobrevive à gangorra do showbiz há 32 anos? Descubra mais de uma mulher surpreendente, que colou na escola, teve síndrome do pânico e paquerou o marido, Luciano Huck, mesmo quando ambos estavam comprometidos

Bruno Deminco e Fabiano Mazzei / Fotos André Schiliró Styling Manu Carvalho

Com quantas co res se pinta um ícone pop? Andy Warhol, o artista plástico norte-americano - aclamado na década de 60 por vender arte e celebridades, como Marilyn Monroe, como artigos de consumo, responderia: todas. Não importa. A imagem será sempre a mesma que o público, os fãs e a crítica, muitas vezes, esperam e estão habituados a ver. E o que esperam de Angélica? Aos 36 anos de idade - 32 deles diante das câmeras de televisão -, ela é um dos exemplos nacionais mais bem-acabados desse tipo de produto massificado da indústria cultural, que enquadra a artista de São Bernardo do Campo no estereótipo da boa moça, simpática, certinha, sempre alto-astral, uma autêntica "princesa" nascida e criada na tevê. E ai dela se sair desse personagem!

Mas será que a Angélica da tevê é a mesma da vida real? No final da tarde da terça-feira 16 de março, a apresentadora chegou bem a vontade ao estúdio do fotógrafo André Schiliró, no bairro do Jardim Paulistano, em São Paulo. De camiseta cinza, calça jogging azul-marinho bem larguinha e tênis, ela usou a janela para cortar caminho e ir direto para a sala de maquiagem e produção. Descontraída e sem-cerimônia, brincou com maquiadores e com a stylist Manu Carvalho e foi logo checar os vestidos separados para a sessão de fotos. Diante das duas araras com looks distintos, um dilema. Na primeira, roupas chiques, de festa; na segunda, modelitos mais ousados e modernos. "As pessoas esperam me ver usando estes (apontando os vestidos mais comportados). Mas eu gosto mais dos outros", comentou ela.

Este perfil tem a pretensão de apresentar a Angélica que gosta mais dos vestidos ousados e modernos. A Angélica que não se preocupa com a imagem que as pessoas têm dela. A que assume ter sido ela quem paquerou o marido, Luciano Huck, mesmo quando os dois tinham namorados. Aquela que confirma ter colado na escola para passar de ano, e convencer a mãe a deixá-la voltar à carreira artística, e que viveu um início de síndrome do pânico quando ficou fora do ar. A menina anônima que não gostava de gente e a mulher adulta e famosa que dispensa o assédio de fãs mais histéricos. Eis, enfim, o lado mais humano de alguém que se acostumou a revelar somente o que as polegadas da tela da tevê mostram. E, acredite, Angélica é ainda mais interessante quando está fora deste enquadramento.

 

 

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