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Livros
Ensinamentos de Sidney Poitier

Suzana Uchôa Itiberê

 

Fotos: Divulgação
Poitier entre as mulheres de sua família

Em Uma Vida Muito Além das Expectativas (Larousse, 304 págs., R$ 44,90), o astro de Hollywood reúne cartas que escreveu para sua bisneta Ayele, em que reflete sobre passagens significativas de seus 83 anos

O início - “Com o pouco tempo que passara na escola, não conseguia ler muita coisa no jornal além das listas de “precisa-se”(...) No momento em que estava prestes a jogá-lo na lata de lixo, dei mais uma olhada (...) Era um anúncio na forma de manchete que dizia em negrito: “Precisa-se de Atores”. (...) Com aquele único lampejo de nada além de curiosidade (...) alterei o curso da minha vida.”

Infância - “Até onde sei, não havia nenhum lugar em Cat Island (nas Bahamas) que tivesse energia elétrica. (...) Para tomar banho, nós enchíamos uma tina de lata com baldes de água salobra que apanhávamos em um poço comunitário. Todas as outras necessidades referentes ao toalete eram satisfeitas ‘ao ar livre’, a uma distância higienicamente apropriada da casa.”

Penúria - O inverno chegou com uma força devastadora (...) A única vez em que me sentia aquecido era quando estava lavando pratos em alguma cozinha ou no pequeno quarto de cinco dólares que havia alugado (...) Foi naquele momento que decidi (...) entrar no Exército – pois sabia que, se eles me aceitassem, eu teria um teto sobre a cabeça e faria três refeições todos os dias.”

Religião - O mais próximo que consigo chegar de acreditar em Deus é através da crença de que existe uma forma de inteligência muito maior que o próprio universo (...) Eu não poderia ter vivido a vida que vivi sem reservar um respeito ilimitado por Deus. (...) Minha imaginação me diz que Deus é maior que uma religião.”

Fotos: Divulgação

Roubos - Meu último ato criminoso ocorreu em Nova York. O que roubei foi algo de que pensava precisar, o que justiicava roubá-lo. Todavia, não demorou muito tempo para que me desse conta de que aquilo era apenas algo que eu queria. (...) O que roubei era insigniicante, mas isso me fez sentir mais envergonhado ainda. (...) Na época eu tinha 16 anos, e aquela foi a última vez.”

Vícios - Depois que comecei a fumar, também passei a beber casualmente, socialmente – mas bebia. (...) Logo, a bebida ganhou terreno também, e transformou-se num hábito. E os hábitos, nós todos sabemos, podem transformar-se, silenciosamente, em vícios. O jogo foi o último vício que adquiri. (...) Do pinochle, passei para o pôquer, e depois para o blackjack.”

 

 



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