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Cinema
Fora das séries

Marina Monzillo / Suzana Uchôa Itiberê


Myles Oronowitz
Tina Fey e Steve Carell são comediantes talentosos e ajudam a dar graça ao filme

Atores de sitcoms de sucesso se encontram em divertida história de casal que busca fugir do tédio do casamento

STEVE CARELL E TINA FEY fazem parte da talentosa geração de comediantes que brilha em sitcoms, atualmente produtos muito mais espertos e afiados que diversos filmes. Há seis temporadas ele encarna o chefe sem noção de The Office e ela é a produtora de um programa de tevê na premiada 30 Rock.

Naturalmente, Hollywood quer beber desse sucesso e os dois agora se encontram na tela grande em Uma Noite Fora de Série. O título em português, intencionalmente ou não, já é engraçado, pois brinca com a origem televisiva dos dois atores.

Trata-se de uma comédia tradicional. O casal vive no subúrbio de New Jersey, dividindo-se entre o trabalho, os afazeres domésticos e o cuidado com os filhos. Não sobra energia e tempo para uma vida vibrante, muito menos para o sexo. Quando resolvem mudar a rotina e sair para jantar em um badaladíssimo restaurante de Nova York, acabam confundidos com uma dupla de criminosos que passou a perna em um gângster. E começam as confusões.

O roteiro consegue ser engraçado sem apelar, mas também não há grandes ousadias. Isso, aliado à competência dos atores, resulta em um filme divertido e digno. Destaque para as pontas de luxo dos atores James Franco e Mark Ruffalo e do cantor will.i.am. (Classificação Indicativa: a conferir)

 

A humanidade por um fio

Divulgação
No filme, o ator vive um pai capaz de tudo para proteger o filho

Viggo Mortensen brilha como o pai desesperado de A Estrada, baseado em livro vencedor do Pulitzer

O CENÁRIO DE A Estrada é devastador. O planeta foi dizimado por terremotos e incêndios, florestas se transformaram em cinzas, os céus ficaram turvos. Os sobreviventes vagam em bando e o canibalismo é a maior ameaça. Viggo Mortensen interpreta o pai capaz de tudo para proteger o filho, e o cineasta John Hillcoat reveste a realidade com tons sombrios. O escritor Cormac McCarthy, autor do romance vencedor do Pulitzer em que o filme se baseia, diz se tratar de uma história de esperança. Mas é difícil encontrar rastro desse sentimento no olhar exausto de Mortensen, magnânime como esse homem resoluto em seu propósito de incutir a dignidade no garoto. Seus intentos são profundos, porém o diretor segura a rédea emocional e o filme perde intensidade. Falta-lhe o vigor que sobra em Onde os Fracos Não Têm Vez, adaptação dos irmãos Coen para outra obra de McCarthy. (Classificação Indicativa: a conferir)

 



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