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Cinema
Uma comoção esperada

Chico Xavier, filme de Daniel Filho sobre o médium mineiro, é o popular benfeito e sabe explorar emoções do público

ATÉ DANIEL FILHO, ateu, experimentou situações inexplicáveis desde que começou a fazer Chico Xavier. Contou, no lançamento do filme, que durante uma conversa sobre o trabalho lhe surgiram “lágrimas involuntárias”. O elenco igualmente falou sobre emoções diferentes. E assim um clima mítico (ou místico) se desenha desde a origem do filme sobre o médium mineiro.

A produção conta a história de Chico desde a infância, interpretado, em diferentes épocas, por Matheus Costa, Ângelo Antônio e Nelson Xavier. Com uma trajetória regular, o herói do filme é adorado por suas mensagens de amor, humildade e perdão. Para tornar o roteiro mais atraente, já que o antagonismo e os momentos de tensão são poucos, as histórias são permeadas pela do casal (Christiane Torloni e Tony Ramos) que perdeu um filho e o fio condutor é uma entrevista de Chico a um programa de tevê.

O filme tem problemas. Um deles é a presença de Emmanuel (André Dias), o guia espiritual de Chico, colocado como um dândi inerte. Mas Daniel Filho, diretor da maior bilheteria do cinema nacional (Se Eu Fosse Você 2), sabe ser popular e correto. Sua precisão em lidar com emoções do público é notória. E em Chico Xavier ele exerce essa técnica perfeitamente. Tem um excelente elenco, um personagem cativante, bons momentos (como quando Chico discute com seu guia porque está com medo de morrer no avião) e a chance de colecionar mais um sucesso. (Livre) Aina Pinto

Entre o mundo real e o virtual

Em Os Famosos e os Duendes da Morte, a internet serve como antídoto para o isolamento

VENCEDOR DO FESTIVAL DO RIO, Os Famosos e os Duendes da Morte é a estreia de Esmir Filho na direção de um longametragem. O cineasta, de 27 anos, impressiona pela ternura com que desvenda a agonia que aflige muitos adolescentes – um universo que abordara em curtas como Saliva e Alguma Coisa Assim. Esmir é paulistano, mas se embrenhou por Lajeado, uma pequena cidade do Sul do Brasil, para contar a história de um garoto que usa a internet para se comunicar com o mundo. A trama é baseada no livro de Ismael Caneppele, natural da região e que no filme interpreta um homem misterioso. Como se não bastasse lidar com os hormônios em ebulição, o protagonista é atormentado pela falta de perspectiva e pela ausência do pai. O diretor abdica do realismo para exaltar o clima claustrofóbico, mas ao criar imagens sensoriais gera excessos estilísticos que truncam a narrativa e relegam essa bela obra a um público restrito.
(16 anos) Suzana Uchôa Itiberê

 

 

 

 



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