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Ensaio
Paixão pela vida
No ar em Viver a Vida, Priscila Sol fala de suas aventuras antes de se tornar atriz, conta como seu filho a ajudou a superar a perda do pai e de como sua persistência a fez chegar à novela das oito

Léo Pinheiro / fotos Luciana Avellar / Ag.IstoÉ

colete Doc Dog
body Un.I
sutiã Nuluxe
cinto Q-guai
broche Iolanda Figueiredo

Aos 29 anos, Priscila Sol não pode ser chamada de iniciante. A atriz é velha conhecida do mercado publicitário, com 46 comerciais de tevê no currículo. Ela também fez um filme, O Magnata, em 2007, com Paulinho Vilhena, e a novela Água na Boca, na Rede Bandeirantes, um ano depois. Mas é só agora, em Viver a Vida, que Priscila vem sentindo o gosto da fama e o reconhecimento profissional. Parada nas ruas, ela já foi elogiada até pelo jogador Ronaldo durante o Carnaval carioca deste ano no camarote de uma cervejaria. “Ele me chamou de ‘Paixão nacional’. Adorei! tirei até foto com ele depois”, recorda ela, sem timidez.

  turbante Eliane Carvalho
pelerine Lez a Lez
regata e legging Pathisa
lingerie Tessuti
sandálias Angelita Feijó

Sua personagem na trama das oito da Tv Globo, a recatada Paixão, é um troféu na caminhada cheia de obstáculos desta jovem promessa. E eles não foram poucos. o primeiro – e maior deles – foi a perda do pai. Priscila estava a três dias de completar 15 anos quando seu pai foi assassinado com 14 tiros. Pior: ela ouviu tudo pelo celular. “Estava falando com ele na hora. Ouvi três tiros. Foi um baque. Ele já vinha sendo ameaçado de morte, mas disse que preferia morrer de pé a viver deitado”, conta ela, que não gosta de tocar no assunto com mais profundidade.

À época, a adolescente era aluna de teatro da Escola Macunaíma, em são Paulo, onde estudou até os 17 anos. No meio deste furacão, Priscila se mandou para a Nova Zelândia para fazer um curso de inglês. A temporada durou nove meses, graças à persistência da garota, que foi trabalhar como frentista de posto de gasolina e em um supermercado para se manter por lá. “Fui a pior caixa do mundo! Não entendia inglês muito bem, passava produtos sem cobrar e, no final do dia, dava prejuízo”, lembra ela, aos risos.

 

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