- Anuncie
- Assine

 
 
 
Diversão & Arte // Home
 
- Edição Atual
- Anteriores
 
- Imagens
- Frases
- Urgente
- Moda
- Estilo
- Fernanda Barbosa
- Paulo Borges
- Agito
- Aconteceu
- Celebridade
- Reportagens
 
- Cinema
- Música
- Livros
- Teatro
- Gastronomia
- Televisão
 

Atualize-se com a
IstoÉ Gente!




- Fale Conosco
- Expediente
- Anuncie
- Assine
- Loja 3
 

 


inema
O voo de Hillary Swank

Foto Divulgação
A atriz caracterizada como Amelia Earhart

História real da primeira mulher a atravessar o Atlântico em um avião ganha as telas com a atriz vencedora de dois Oscar no papel

"Quando alguém que é muito jovem ganha um Oscar, pensa: para onde vou agora?", diz Hillary Swank. Após receber o prêmio em 2000, por interpretar uma adolescente transexual em Meninos Não Choram, a atriz foi em direção a personagens fortes que enfrentam grandes adversidades. Curiosamente, alguns continuaram adentrando universos masculinos, como a boxeadora de Menina de Ouro (que rendeu a Hillary seu segundo Oscar) e a aviadora do novo Amelia.
Amelia Earhart foi a primeira mulher a cruzar o Atlântico em um avião como passageira e, em 1932, fez o mesmo voo como piloto, tornando-se a segunda pessoa a completar a travessia. "Ela era uma mulher extraordinária, à frente de seu tempo e se vivesse nos dias de hoje também seria", comenta a atriz, que aprendeu a comandar um avião de pequeno porte por causa do filme. "Acho que Amelia ficaria chateada se eu não aprendesse a voar".
(Classificação Indicativa: a conferir)

 

Foto Divulgação
Kim Basinger é uma das atrizes do filme dirigido e escrito por Guillermo Arriaga

Mais histórias paralelas

Vidas que se Cruzam tem bom elenco, boa história, sobre cicatrizes visíveis e invisíveis, mas usa do saturado expediente de filmes como Babel

O nome do filme no Brasil, Vidas que se Cruzam, associado ao nome do diretor, Guillermo Arriaga, diz tudo sobre a estrutura do longa: será montado com histórias paralelas que, em algum momento, serão uma só, a exemplo de 21 Gramas e Babel, ambos com roteiro de Arriaga.
As histórias são sobre Sylvia (Charlize Theron), gerente de um restaurante que leva uma vida à beira do precipício; uma mulher (Kim Basinger) que tem um caso extraconjugal; o relacionamento de dois adolescentes cujos pais tinham um caso ; um piloto que cuida sozinho da filha.

Vidas que se Cruzam
é esteticamente bonito, tem um elenco bom, uma história forte. Como tem poucos diálogos, usa de imagens para dar as dicas de como o roteiro vai se desenvolver, como nas contradições entre a personagem de Basinger, que sofre com a cicatriz de uma mastectomia, enquanto a de Charlize exibe os seios para seduzir, ou dos pássaros voando e, depois, abatidos e assados. Seriam interessantes se não colocadas de maneiras óbvias na montagem. E o recurso das histórias que terão um único sentido já se esgotou.
(Classificação indicativa: a conferir) Aina Pinto

PÁGINAS :: 1 | 2 | Próxima >>


Copyright © 2009 - Editora Três Ltda. - Todos os direitos reservados.
É proibida a reprodução total ou parcial deste website, em qualquer meio de comunicação, sem prévia autorização.
ContentStuff Media Solutions | Gestão de Conteúdo | CMS