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Responsabilidade social
Exemplo de craque
Campeão mundial de futebol e atual técnico da Seleção Brasileira, Dunga é responsável por um projeto que ajuda crianças e adolescentes carentes da Grande Porto Alegre

Bruno Deminco

“Através do esporte eu tive oportunidade, não só de me tornar um jogador de futebol, mas de me tornar um cidadão”, diz Dunga

Carlos Caetano Bledor n Veri é filho de uma família humilde, nasceu no interior do Rio Grande do Sul, mas conseguiu vencer as dificuldades da vida através de seu dom: jogar futebol. Nem mesmo sua baixa estatura, que lhe rendeu o apelido de Dunga, referência aos sete anões da Branca de Neve, foi um empecilho. Da cidade de Ijuí, ele literalmente ganhou o mundo. Passou por times como Internacional, Corinthians, Fiorentina (Itália), Stuttgart (Alemanha) e chegou a ser o capitão da Seleção Brasileira campeã da Copa do Mundo de 1994. “Através do esporte eu tive oportunidade, não só de me tornar um jogador de futebol, mas de me tornar um cidadão”, diz o craque, que hoje é técnico da Seleção Brasileira. Dunga sempre valorizou a mudança que o esporte proporcionou à sua vida e, por isso mesmo, resolveu criar um instituto que levasse seu nome e ajudasse crianças com uma história parecida com a dele. Depois de uma parceria com a ACM (Associação Cristã de Moços), o craque conseguiu reunir fundos, por meio de doações e patrocínios, para criar o projeto Educação Pelo Esporte.

Logo quando foi fundado, em 2001, o espaço funcionava a céu aberto, com o apoio de duas tendas de lona. Hoje, quase nove anos depois, a Vila Restinga Olímpica, localizada na periferia de Porto Alegre, conta com uma estrutura com quatro quadras esportivas, oficina de artes, sala de informática e teatro que atendem, em média, a 1.200 crianças e adolescentes dos 7 aos 18 anos. Além disso, os pais dos alunos recebem aulas de gastronomia na cozinha industrial do projeto. “Praticamente 100% das pessoas que fazem esse curso são aproveitadas pelo mercado de trabalho”, destaca, orgulhosa, Angela Aguiar, coordenadora do projeto.

Mas engana-se quem acha que Dunga só empresta sua imagem para captar recursos para sua instituição. O eterno craque da Seleção também faz questão de visitar regularmente a ONG , faz palestras para compartilhar sua experiência pessoal como estímulo para os jovens e também leva amigos como Paulão, do vôlei, e Magic Paula, do basquete, para visitarem a comunidade. Uma vez, o técnico da Seleção teve que ser duro com o pessoal, que estava depredando as instalações do projeto. “Ele veio aqui com uma bola, conversou com as pessoas e jogou futebol. A comunidade voltou a cuidar do lugar”, conta Ângela. “A cada dia que passa eu fico mais feliz e sinto mais responsabilidade porque o projeto está andando. As pessoas estão correndo para nos ajudar a formar uma equipe”, completa o craque. Além do bairro de Vila Restinga, a metodologia do Instituto Dunga ajuda crianças e adolescentes das comunidades de Cruzeiro do Sul e moradores humildes da cidade de Esteio, na Grande Porto Alegre.

 

 

 

 

 

 

 



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