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Livros
Da lama ao caos financeiro

Mauro Ferreira

Publicitário criador da marca Rock in Rio desvenda, em livro, bastidores curiosos do festival realizado há 25 anos

Ozzy Osbourne foi uma das atrações do evento que agora é tema de livro

REALIZADA NO RIO DE JANEIRO em 1985, por iniciativa do publicitário e empresário Roberto Medina, a primeira edição do festival Rock in Rio inseriu definitivamente o Brasil na rota dos grandes shows internacionais. O jovem Cid Castro era mero assistente de ilustrador na Artplan, a agência de Medina, quando conseguiu a proeza de ser o autor da marca do festival. Por conta dos 25 anos do evento, Castro revira suas memórias afetivas em livro, Metendo o Pé na Lama (Tinta Negra Bazar Editorial, 264 págs., R$ 39,90), que desvenda alguns bastidores curiosos do festival.

Prejuízo - Um astrólogo, Bola, previu que o Rock in Rio seria um imenso sucesso de público, mas acarretaria grande prejuízo financeiro para seu organizador. Não deu outra. Castro conta no livro que Medina demorou anos para recuperar todos os R$ 35 milhões investidos no evento. Mas que não se deixou abater por conta do status de popstar que adquiriu junto ao público jovem por ter promovido um festival histórico.

Sem boicote - O som ruim empanou o brilho dos shows de vários artistas brasileiros, que gerou a ideia de ter havido um boicote às atrações nacionais por parte dos técnicos norte-americanos. Pura lenda, como sentencia o engenheiro de som Moogie Canazio em depoimento reproduzido no livro. “Todos os técnicos nacionais queriam dirigir a Ferrari, mas não conseguiam passar a segunda marcha”, ironiza ele, ao revelar a inabilidade dos técnicos brasileiros na ocasião ao manipular a aparelhagem de som posta a serviço de todos os artistas.

Toalhas de motel - Rod Stewart foi um dos astros internacionais que mais deu trabalho à produção do Rock in Rio. O cantor usava uma bola de futebol para destruir quartos de hotéis e estúdios. Para piorar, em cima da hora do show, já no camarim, Rod exigiu 70 toalhas brancas. O que levou o staff do festival a percorrer os motéis da área para conseguir as toalhas adicionais, pois já era noite e o comércio estava fechado.

 

 

 



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