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Cinema
Bangue-bangue futurista

Esmero visual é qualidade do filme protagonizado por Denzel Washington
O Livro de Eli é recheado de duelos sanguinários em cenário pós-apocalíptico, mas a trama é fraca

DENZEL WASHINGTON É O TIPO DE ATOR que passa credibilidade seja qual for o papel. Fascina até como o vilão de Dia de Treinamento, que lhe rendeu o Oscar. Mas foi como bom moço que se consolidou em Hollywood. E O Livro de Eli se apoia nesse caráter incorruptível para tornar crível um personagem forte diante de um fiapo de história. Os irmãos Allen e Albert Hughes estavam sumidos desde que dirigiram Do Inferno, com Johnny Depp, e aqui repetem o esmero visual. A trama se passa 30 anos depois da hecatombe que transformou o planeta em escombros e cinzas.

É por esse cenário pós-apocalíptico que Eli (Washington) vaga como um cavaleiro solitário e leva consigo um misterioso livro. Os cineastas trocam as pradarias pelo solo arenoso, mas reproduzem um legítimo bar de Velho Oeste na passagem do herói por um vilarejo comandado por um déspota (Gary Oldman), que cobiça a obra. Armas poderosas e lutas marciais esquentam os duelos e há um casal de velhinhos sanguinários que rouba a cena. Ainda assim, é muita ação e pouco conteúdo para uma narrativa que se pretendia densa ao abordar religião e espiritualidade. (14 anos) Suzana Uchôa Itiberê

 

 

 

 

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