- Anuncie
- Assine

 
 
 
Diversão & Arte // Home
 
- Edição Atual
- Anteriores
 
- Imagens
- Frases
- Urgente
- Moda
- Estilo
- Fernanda Barbosa
- Paulo Borges
- Agito
- Aconteceu
- Celebridade
- Reportagens
 
- Cinema
- Música
- Livros
- Teatro
- Gastronomia
- Televisão
 

Atualize-se com a
IstoÉ Gente!




- Fale Conosco
- Expediente
- Anuncie
- Assine
- Loja 3
 

 


Música
Com engenhosidade, grupo reúne múltiplos sons e convidados em seu terceiro álbum de estúdio

Mauro Ferreira

Divulgação
Integrante da banda virtual criada na Inglaterra, em 1998

 

Divulgação

A praia conceitual do Gorillaz

Fãs do gorillaz tiveram que esperar cinco anos pelo terceiro álbum de inéditas do grupo virtual criado na Inglaterra, em 1998, por Damon Albarn (do grupo Blur) e Jamie Hewlett. Nas lojas de todo o mundo desde a segunda-feira 8, Plastic Beach compensa a espera. Sem se afogar no mar de convidados e sons que inundam o sucessor de Demon Days (2005), o Gorillaz orquestra múltiplas referências em disco conceitual. Elementos de rap, eletrônica, soul e pop se misturam em atmosfera ligeiramente mais densa do que a dos trabalhos anteriores do grupo. Ainda assim, há faixas de pegada claramente pop, casos de “Rhinestone Eyes” e “On Melancholy Hill”. Esta, a despeito do título, espalha alegria em ambiência electro.

É preciso ouvir o disco com atenção para que a “praia de plástico” do Gorillaz não soe poluída com tantas referências, que vão dos sons árabes da introdução de “White Flag” aos vocais inconfundíveis de Lou Reed em “Some Kind of Nature”. Destaque entre as 15 faixas, “Stylo” combina bem rap, soul e eletrônica com as adesões de Mos Def e Bobby Womack, veterano cantor de r&b. Enfim, Plastic Beach é uma viagem, que começa em clima erudito com a “Orchestral Intro”, urdida com a Sinfonia ViVA, e leva o ouvinte para destinos sempre inesperados. Mas é preciso se dispor a viajar.

Fotos Divulgação

A volta dos bolachões
Já uma realidade no Exterior, a revalorização do LP chega ao Brasil com a reabertura da Polysom, única fábrica de vinil da América Latina; primeiras edições estarão nas lojas em março

No exterior, os álbuns mais importantes ganham edições em vinil. As tiragens são limitadas e direcionadas a colecionadores e a ouvintes que não se ajustaram à era dos sons digitalizados. No Brasil, tal tendência começa a ganhar espaço no mercado fonográfico com a reabertura da única fábrica de LPs da América Latina. Situada na Baixada Fluminense, no Estado do Rio de Janeiro, a Polysom estava desativada desde outubro de 2007, mas, comprada pela gravadora Deckdisc no ano passado, voltou a operar. Os primeiros vinis fabricados lá chegam às lojas neste mês, editados pela própria Deckdisc. São títulos recentes das cantoras Pitty (Chiaroscuro, 2009) e Fernanda Takai (Onde Brilhem os Olhos Seus, 2007) e dos grupos Nação Zumbi (Fome de Tudo, 2007) e Cachorro Grande (Cinema, 2009).

A Polysom, contudo, vai atender a demanda de todos os selos e gravadoras da América Latina. A EMI Music, por exemplo, agendou para este ano a reedição em vinil dos quatro primeiros álbuns da banda Legião Urbana. Já a Sony Music pretende dar continuidade à série Meu Primeiro Disco, que reúne vinil e CD na embalagem típica dos LPs. Por sua vez, o grupo Skank tem planos de editar seu primeiro álbum (Skank, de 1992) com o som original da rara edição independente. Enfim, revalorizar o vinil é tendência que deverá crescer no Brasil, a menos que o alto preço final do produto para o consumidor – cerca de R$ 80 – e a escassez de vitrolas impeçam a compra dos velhos bolachões por ouvintes que preferem ouvir disco à moda antiga.



Copyright © 2009 - Editora Três Ltda. - Todos os direitos reservados.
É proibida a reprodução total ou parcial deste website, em qualquer meio de comunicação, sem prévia autorização.
ContentStuff Media Solutions | Gestão de Conteúdo | CMS