- Anuncie
- Assine

 
 
 
Diversão & Arte // Home
 
- Edição Atual
- Anteriores
 
- Imagens
- Frases
- Urgente
- Moda
- Estilo
- Fernanda Barbosa
- Paulo Borges
- Agito
- Aconteceu
- Celebridade
- Reportagens
 
- Cinema
- Música
- Livros
- Teatro
- Gastronomia
- Televisão
 

Atualize-se com a
IstoÉ Gente!




- Fale Conosco
- Expediente
- Anuncie
- Assine
- Loja 3
 

 


"Os cantores de hoje não se entregam"

Emilio Santiago

Ao completar 40 anos de carreira, Emilio Santiago voltou ao início dos anos 70, quando foi crooner do conjunto de Ed Lincoln, o pianista cearense que se transformou num dos reis do suingue nacional. O disco Só Danço Samba é um tributo ao som de Lincoln

Como surgiu a ideia do tributo a Ed Lincoln?
Eu queria fazer um disco de sambalanço que relembrasse os áureos tempos dos bailes. Era a época do romantismo, do rostinho colado.

Por que, desde seu disco anterior (De um Jeito Diferente, 2007), você tem feito trabalhos menos voltados para o mercado?
Gravei projetos para muita gente e com eles consegui a minha independência e me firmei como cantor popular. Agora é a hora do deleite. Por isso abri meu selo, Santiago Music e posso me dar ao luxo de fazer o que quero.

Como avalia os cantores da nova geração?
Eles se acham o máximo, mas ainda têm que mostrar serviço, não ficar colocando somente repertório antigo nos discos e shows. Cantores precisam cantar com sentimento, têm que ser viscerais. Esses cantores novos não se entregam. São todos imbuídos de frieza. Eles cantam, mas não sai aquela emoção forte. Eu me entrego. O Ney (Matogrosso) se acaba em cena. Não sei o que é cantar para essa galera nova.

Que balanço faz de seus 40 anos de carreira?
Não sei, mas acho legal ter sobrevivido a tanto modismo dentro da música brasileira. Vi muita gente boa que começou comigo e não está mais aí... Tracei meu caminho.

 

 

 

Na batida habitual

Em seu primeiro álbum em dez anos, Sade repete a fórmula do som que tem seguidores fiéis em todo o mundo

PRIMEIRO ÁLBUM EM DEZ ANOS da cantora nigeriana Sade Adu, Soldier of Love vem liderando as paradas dos Estados Unidos e mobilizando fãs fiéis em todo o mundo. Não somente pela espera de uma década, mas também pelo fato de o som da artista ser quase um fetiche para seus seguidores. Soldier of Love não vai decepcionar essa tribo por reeditar a receita de Sade com fidelidade. Contudo, é dos trabalhos menos inspirados da cantora, que fica à frente de banda formada por Stuart Matthewman (guitarra, sax e programações), Andrew Hale (teclados e programações) e Paul S. Denman (baixo). Parece já não haver a sensualidade mágica que tornou Sade famosa no mundo com um som – meio soul, meio jazzy – de supostos contornos afrodisíacos. Entre faixas com sutis elementos de country (“Be That Easy”) e reggae (“Babyfather”), o destaque é a sedutora “The Moon and the Sky”. Soldier of Love não justifica tanta expectativa.

 

 

 



Copyright © 2009 - Editora Três Ltda. - Todos os direitos reservados.
É proibida a reprodução total ou parcial deste website, em qualquer meio de comunicação, sem prévia autorização.
ContentStuff Media Solutions | Gestão de Conteúdo | CMS