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Quatrocentões da música brasileira
Este ano marca o centenário de nascimento de Noel Rosa, Adoniran Barbosa, Custódio Mesquita e Haroldo Lobo

Mauro Ferreira

O sambista Adoniran terá sua obra revisitada em CD-tributo

NOEL ROSA (1910 - 1937), Adoniran Barbosa (1910 - 1982), Custódio Mesquita (1910 - 1945) e Haroldo Lobo (1910 - 1965) não têm em comum apenas o fato de terem sido grandes compositores, cada qual ao seu estilo, da música brasileira da fase pré-bossa nova. Os quatro também completariam 100 anos em 2010. E seus centenários de nascimento já estão sendo festejados. Pioneiro ao criar e popularizar nos anos 30 um samba que ligava morro e asfalto, Noel foi tema do enredo da escola de samba Unidos de Vila Isabel, cria do bairro do Poeta da Vila. Além disso, Martinho da Vila – adotado pelo mesmo bairro e fã do autor – prepara CD com recriações de músicas de Noel. Tributo semelhante está em fase inicial de produção para saudar a obra de Adoniran Barbosa, nome artístico de João Rubinato. Adoniran é o compositor que mais identifica o samba paulista no imaginário nacional. Pérolas como o “Samba do Arnesto” resistem ao tempo com a aura de clássicos.

Menos conhecido, o carioca Haroldo Lobo é dono de obra tão grandiosa quanto as de seus colegas. Ciente da riqueza de seu repertório, Carlos Monte – pai da cantora Marisa Monte – idealizou o show que está fazendo sucesso no Rio de Janeiro, onde poderá ser visto até 9 de março. Em Eu Quero É Rosetar - 100 Anos de Haroldo Lobo, o grupo Sururu na Roda canta sambas, como “Tristeza”, e marchas antológicas como “Índio Quer Apito!” e “Ala-lá-ô”, entoadas até hoje por foliões sem saber que elas, e muitas outras, são de Lobo, hábil também na criação de hits juninos como “O Sanfoneiro Só Tocava Isso”. Por fim, há Custódio Mesquita, espécie de Tom Jobim dos anos 30, por conta de suas composições de refinado acabamento melódico e harmônico, como os foxes “Mulher” e “Nada Além”, mas sua obra – como um todo – ainda jaz esquecida no baú da MPB

 

 

 

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