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Exposição
Ao modo de Anita Malfatti

O quadro
“Interior de Mônaco”

Mostra em Brasília reúne 120 obras da pintora, incluindo o primeiro quadro feito por ela e alguns que nunca foram expostos em público

“FOI ELA. FORAM SEUS QUADROS que nos deram essa primeira consciência de revolta e de coletividade em luta pela modernização das artes brasileiras. Pelo menos para mim”, disse Mario de Andrade sobre Anita Malfatti (1889 – 1964). Cinco anos antes da Semana de Arte Moderna de 1922, ela havia feito uma mostra individual que causara o primeiro choque no público devido às referências expressionistas. Foi essa exposição que provocou o hoje célebre e antiquado artigo de Monteiro Lobato desancando a pintora. E foi também ali que ela apresentou “A Boba” e “O Homem Amarelo”, agora reunidas na Retrospectiva Anita Malfatti – 120 Anos, que abre nacionalmente em Brasília, na terça-feira 23.

Com curadoria de Luzia Portinari Greggio (sobrinha de Cândido Portinari e especialista em Anita Malfatti), a mostra traz 120 obras, incluindo as várias fases da carreira da pintora, desde o primeiro quadro feito por ela, “Burrinho Correndo”, e outros nunca mostrados ao público. Também estarão expostos quadros das fases menos provocativas que se seguiram à de 22 e que voltaram a causar controvérsia, dessa vez com os amigos modernistas. Anita rompeu com Mario de Andrade por causa dos novos rumos em sua pintura. Em 1955, no MASP, ela expôs cenas de costumes nacionais, como “Casamento na Roça”, e a mostra recebeu um nome que finalmente mostrava a resposta da pintora a seus críticos: Tomei a Liberdade de Pintar a Meu Modo.

 

 

CCBB DF – SCES, Trecho 02, lote 22, tel: (61) 3310-7087. Até 25/04. Grátis

“Desvio para o Vermelho”

Cildo Meireles de volta ao Rio

Depois de exposições no Exterior, como a da Tate Modern, em Londres, artista plástico tem gravuras exibidas em sua cidade natal

CILDO MEIRELES É CARIOCA. E o primeiro brasileiro vivo a ter mostra individual – e bem-sucedida, com mais de mil visitantes por dia – na Tate Modern, em Londres. Mas não só lá. No ano passado, suas obras passaram por Barcelona, Los Angeles, Toronto e outras cidades mundo afora. Agora, ele volta ao Rio de Janeiro, depois de cinco anos sem expor na cidade. Na mostra, o público não verá suas instalações, desenhos e quadros, que lhe valeram, em 2008, o Prêmio Velázquez de Artes, espanhol, e o Ordway Prize, americano. No Museu da Chácara do Céu, o artista expõe suas gravuras.

A mostra aqui, com curadoria de Reila Gracie, faz parte do projeto Os Amigos da Gravura e, para ele, Cildo criou uma serigrafia a partir de um desenho de 1968. Outras 20 obras que estarão expostas também seguem essa linha. Elas foram criadas a partir de obras originais em outros suportes, como as de “Desvio para o Vermelho”, e o múltiplo “Glove Trotter”. E, embora criadas desde a década de 60, a maioria delas é inédita. (Livre)

 

Museu da Chácara do Céu – r. Murtinho Nobre, 93, Rio de Janeiro, tel: (21) 3970-1126. Até 7/06

 

 

 

 

 

 



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