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Cinema
Perua de bom coração

Suzana Uchôa Itiberê

Sandra Bullock é a favorita ao Oscar por Um Sonho Possível, história real que usa o esporte para falar da família

NEM ANGELINA JOLIE nem Jennifer Aniston. O ano passado foi de Sandra Bullock. Aos 45 anos, a atriz arrancou fartos sorrisos dos donos das salas de cinema. Somadas as bilheterias, os três filmes que estrelou em 2009 – Maluca Paixão, A Proposta e Um Sonho Possível – renderam mais de 500 milhões de dólares só nos Estados Unidos. O título de estrela mais rentável foi só o primeiro, pois ela colheu prêmios pela atuação em Um Sonho Possível e desponta como a favorita ao Oscar de melhor atriz. De cabelos loiros, maquiagem carregada e um autêntico sotaque sulista, ela interpreta Leigh Anne Tuohy, uma ricaça de Memphis que abrigou um adolescente negro e sem-teto e o transformou no astro do futebol americano Michael Oher (Quinton Aaron).

Não é preciso gostar do esporte, que serve apenas de pano de fundo para essa trama que enaltece a família. Hollywood adora histórias edificantes. Veja o sucesso de Preciosa. Mas esta aqui é mais alegre. Oher foi separado da mãe, viciada em drogas, e cresceu pelas ruas. Recebeu ajuda para entrar na escola onde estudavam os filhos de Leigh Anne, que o levou para casa ao vê-lo ao relento em uma noite de inverno. Sandra investe no humor para aliviar o melodrama e faz uma notável composição dessa perua de bom coração, cujas imagens reais aparecem nos créditos finais. (10 anos)

 

Retrato do fim da juventude

A revelação Carey Mulligan é a alma de Educação, sobre adolescente que se encanta por homem mais velho

EDUCAÇÃO É SOBRE DOIS TIPOS de ensinamento. A educação formal, que se aprende na escola, e as lições que se tira da vida. A londrina Jenny, de 16 anos, acredita que o primeiro tipo terá pouco uso no futuro que o pai projeta para ela: que se forme em Oxford e arranje um bom marido. Jenny quer mais. Sonha ir a Paris e mergulhar no caldeirão cultural e libertário da Cidade Luz dos anos 60. Não espanta, portanto, que fique fascinada pelo sofisticado David (Peter Sarsgaard), que tem o dobro de sua idade e lhe promete “mostrar o mundo”.

A relação foi verídica e narrada no livro de Lynn Barber, adaptado pelo escritor Nick Hornby, de Alta Fidelidade. A diretora Lone Scherfig esmiúça o contraponto entre as ânsias da juventude e uma sociedade em vias de (mas não lá ainda) se modernizar. Roteiro e filme concorrem ao Oscar. Mas é pela novata Carey Mulligan, no páreo como melhor atriz, que vale torcer. Muito comparada a Audrey Hepburn, Carey tem delicadeza nas feições e firmeza no caráter. Sua Jenny é pré-revolucionária, mas guarda no sorriso uma doce ingenuidade. (14 anos) S.U.I.

 

 

 

 

 



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