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"Lula tem que se cuidar,como todos de sua idade"
Com seu estilo discreto, a primeira-dama Marisa Letícia fala com exclusividade sobre os anos no Palácio do Planalto e lança novo programa de combate à exploração sexual de menores e adolescentes em pleno Carnaval

Luciane Angelo

Foto Ricardo Stuckert/PR
Dona Marisa em uma das salas do Palácio da Alvorada.
Fotos Ricardo Stuckert/PR
A primeira-dama e o presidente Lula, que estão casados há 36 anos

Reservada, forte, determinada. Mulher, mãe e avó. Aos 59 anos - os últimos sete deles vividos no Palácio da Alvorada -, dona Marisa Letícia é a imagem da mulher discreta, porém, segundo amigos, fundamental na vida do presidente Lula. Casados há 36 anos, ela tem sido "companheira" nas mais variadas fases da vida do sindicalista que virou chefe de Estado - das greves dos metalúrgicos nos anos 70 às caravanas da cidadania na década de 90, passando pela prisão de Lula, em 1980, e pelas cinco últimas campanhas presidenciais.
Avessa a holofotes e entrevistas, ela abriu uma exceção - e um espaço na sua disputada agenda - e falou com exclusividade à Gente sobre sua mais recente empreitada social: o combate à exploração sexual de crianças e adolescentes, em um programa lançado no dia 8 de fevereiro. Mas Dona Marisa foi além. Falou de seu papel como embaixadora em outros projetos, do estilo discreto de trabalho, de seu cantinho preferido na residência oficial e da preocupação que teve com a recente crise de hipertensão do marido.

Qual foi o principal projeto que a sra. se envolveu? Foi este da violência sexual? Fale um pouco sobre esta iniciativa.
Eu, como mulher, mãe e avó, sempre me preocupei com a violência e a exploração sexual de crianças e adolescentes. Estamos em pleno Carnaval. O governo lançou uma campanha específica para este período, incentivando denúncias através do "Disque 100" e dos conselhos tutelares. Mas sei que, na condição de primeira-dama, posso ajudar a enfrentar o problema. No fim de janeiro, encaminhei cartas às governadoras, prefeitas e primeiras-damas de todos os Estados e das capitais. Nessa carta solicitei a todas o engajamento no combate à exploração sexual de crianças, um projeto lançado pela Secretaria Especial dos Direitos Humanos do Governo Federal. Essa iniciativa dá sequência ao trabalho que iniciei com as prefeitas e primeiras-damas por ocasião do encontro do presidente Lula com os prefeitos em Brasília em fevereiro do ano passado. E é parte do compromisso que assumi no Congresso Mundial. Vale a pena dedicar tempo para impulsionar a participação de toda a sociedade, incentivar maior divulgação e muita educação. Nunca podemos deixar de ficar revoltados com esse tipo de agressão às crianças e aos adolescentes.

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