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Nos bastidores do show do ano
Com exclusividade, Gente sobe ao palco de Beyoncé e Wanessa, em Florianópolis, e desvenda os segredos das estrelas nessa superprodução internacional

Fotos e texto Ana Carolina Soares, de Florianópolis

Ag. News

Beyoncé é baixinha. Se no palco, televisão e revistas ela parece uma deusa gigantesca, pessoalmente, a uns dois metros de distância, ela se torna demasiadamente humana, com seus 1,67m de altura e corpo violão. Com seios, quadris e coxas fartos, ela tem uma beleza tão comum que, se aparecesse por aí de calça jeans e camiseta, poderia ser confundida com uma dessas moças bonitas que circulam pelas ruas de qualquer capital brasileira. Eu estava à beira da escada que ligava os camarins ao palco do Parque Planeta, no bairro Canasvieiras, em Florianópolis, na primeira apresentação no Brasil que aconteceu na noite da quinta-feira 4, para um público de 25 mil pessoas. Era um lugar bastante privilegiado. Especialmente para uma jornalista, afinal, artistas não gostam de desvendar os bastidores de um show. Eu me sentia saltitante como Neil Armstrong em 20 de julho de 1969, por poder subir ao palco de uma megaturnê internacional, como a de Beyoncé, ou Bey, como é chamada. Em agosto do ano passado, o espetáculo "I Am... Tour" ficou no 1º lugar na lista da Hot Tours, devido aos lucros recebidos e se tornou a 12ª maior bilheteria de todos os tempos, ultrapassando mais de US$ 37,4 milhões nos seus primeiros 41 shows, conforme dados do site pollstar.com.

Horas mais cedo, um produtor americano que há anos trabalha com a cantora revelou outro dado interessante: aquela noite, em Florianópolis, marcaria o 1001º show da cantora em sua carreira solo, que começou em 2003, quando ela deixou o trio vocal Destiny's Child. "Ela está bem feliz com esse número", disse o funcionário.
Mas tal felicidade não se mostrou em sorrisos. Em seu trajeto rumo ao palco, a cantora texana andou a passos rápidos, acompanhada por quatro seguranças. Bey estava cabisbaixa e estampava um semblante fechado. Não de mauhumor, mas de alguém extremamente concentrado, que não queria se deixar contaminar pelo corre-corre da produção.

Estranho também ela ter escolhido um roupão marrom de algodão para se cobrir durante os quase 50 metros que a separavam do camarim ao palco. Por conta do tal roupão, ali, de pertinho, só era possível ver o sapato de salto alto, parte da meia bem grossa e brilhante, além dos cabelos que desciam até quase a cintura, num tom loiro acaju, cujas ondas já começavam a se rebelar contra a escova por conta da umidade.
Dava calor só de olhar aquela roupa toda. E, meu Deus, como fez calor naquela quinta-feira! Os termômetros da capital catarinense alcançaram 37ºC naquela tarde, com sensação térmica batendo os 43ºC. Os noticiários alardearam que era a temperatura mais alta dos últimos 40 anos. E a informação tornou-se um trocadilho excelente, afinal, aquele recorde marcava o início da turnê mais quente do ano no Brasil.

A cantora sobe ao palco na quinta-feira 4 escoltada por seguranças. Ela gostou tanto do Brasil que agendou a gravação de um clipe com Alicia Keys e um jantar com Madonna
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