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Cinema
Este é Benicio Del Toro

Divulgação
Eram necessárias três horas de maquiagem para Del Toro icar com a cara do monstro

O ator, cujos traços naturalmente lembram um lobo, se transforma em lobisomem em novo thriller

BENICIO DEL TORO usava uma considerável barba em Che, mas nada se compara à quantidade de pelos de seu mais novo personagem. O ator vive o papel-título de O Lobisomem, remake do clássico do horror de 1941 responsável por colocar o mítico ser que se transforma na lua cheia no imaginário coletivo.

Na história, Lawrence Talbot (Del Toro) volta à aldeia onde nasceu para ajudar nas buscas pelo irmão desaparecido. Esse canto da Inglaterra vitoriana está sendo atacado por uma criatura que está deixando muitas mortes pelo caminho e, mesmo vivo, o próprio Talbot se torna uma vítima da maldição.

Rick Baker, responsável pela maquiagem do lobisomem, conta que a técnica de hoje é bastante parecida com a usada há quase 70 anos: o nariz e as sobrancelhas são cobertos por espuma e látex com bordas bem finas, que se misturam com a pele do ator. O resto do rosto e do corpo é coberto com pelos soltos, presos com cola. Para completar, há a peruca e a dentadura. No total, são três horas para criar o mostro e uma para desfazê-lo. Baker disse à revista Entertainment Weekly que o fato de Del Toro já ter traços que lembram um lobo tornou mais complicado seu trabalho: “Para onde eu poderia ir a partir dali? As cenas de transformação eram as mais difíceis, porque não existiam muitos passos a serem feitos.” (Classificação Indicativa: a conferir)

 

A estreante Gabourey Sidibe concorre ao Oscar de melhor atriz

Desgraça pouca é bobagem
Elenco feminino é primoroso e compensa os excessos dramáticos de Preciosa

PRECIOSA É TRISTE. Muito triste. E sua história é inspirada nos relatos das jovens de um abrigo para mulheres onde Sapphire, autora do livro que deu origem ao filme, trabalhou por um tempo. Preciosa tem 16 anos, é negra, obesa e semianalfabeta. Ela está grávida pela segunda vez do próprio pai e sua mãe não só permite o abuso como maltrata a filha física e moralmente, por ter “lhe roubado o homem”. É de cortar o coração. Ainda assim, Preciosa arranja forças para sonhar com a felicidade e são essas inventivas fantasias que servem de alívio não só para ela como para a plateia.

O diretor, Lee Daniels, carrega na dramaticidade, mas seu olhar é de esperança. Porque a professora de uma escola alternativa vai, com muita doçura, quebrar a rocha em que se transformou a menina e ajudá-la a externar sua dor. Essa trama comovente disputa seis Oscar, entre os quais o de melhor filme, diretor, atriz e atriz coadjuvante. E é pelas duas últimas categorias que vale a pena. A estreante Gabourey Sidibe é tão perfeita que deixa a sensação de que experimentou, ela própria, sofrimento semelhante. Já Mo’Nique está um assombro como a mãe monstruosa e, de certa forma, tão desamparada quanto a filha. Para aplaudir em pé. Suzana Uchôa Itiberê

 

 

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