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Touché,Priscila!
Após uma pausa estratégica no ano passado, a atriz Priscila Fantin começa 2010 em ritmo acelerado, com novela na Globo, peça em cartaz no Rio e fôlego extra para encarar novos desafios

Macedo Rodrigues e Fabiano Mazzei

Foto Robert Schwenck
Maiô Uma Bolero Tesutti Legging Brigie Sandálias Charlotte Olympia para Avec Nuance

No começo de 2009 você esteve na França para estudar. Como foi essa experiência? Morou sozinha? Cuidava da casa e tudo?
Paris foi muito bom. Ninguém tinha um pré-conceito quando me via na rua. E quem vinha conversar só queria mesmo um papo. Aluguei um studio para morar sozinha, lavava a louça e levava a roupa suja para uma lavanderia. Gostava de andar pela cidade, cada dia descia por uma rua diferente. Paris é feita em caracóis, o que permite se perder e se encontrar várias vezes. A praça Madeleine, com seus cafés, era meu ponto de referência, mas andava muito pelo Jardim dês Tulleries, perto do Louvre, e no parque de diversões que armam por lá no verão.

E à noite?
Ficava em casa. Dormia tarde porque alugava filmes e fazia anotações sobre figurino, direção, cenografia... era meu programa preferido depois de andar um dia inteiro.

Qual foi a melhor e a pior coisa de Paris?
O melhor são as brasseries, o cheiro dos croissants saindo do forno de manhã, os parques, os museus... O pior foi o frio que fazia. E a vontade de não parar de comer os croissants. (risos)

Qual a expectativa para este ano?
Vai ser um ano de muito trabalho, sacrifício e exaustão, mas eu quero é mais. Não tenho medo disso, acho até que funciono melhor num ritmo mais apertado.

Foto Robert Schwenck

Por que fazer um papel menor na novela Tempos Modernos?
A condição que negociei foi esta. Ser protagonista desgasta muito, é cansativo. Estou há dez anos fazendo protagonista ou antagonista. É uma pressão muito grande e agora, como estou fazendo a peça, tenho outras prioridades na minha vida.

Ser atriz é sua paixão, mas essa profissão cobra seu preço. Qual foi o seu?
No início da minha carreira, a mudança de Estado foi meu primeiro desafio, sem dúvida. Sair de Belo Horizonte, de perto da família e dos amigos foi triste demais. Depois, não estava acostumada à exposição na mídia, era muito jovem, mas aos poucos fui me adaptando. Mas amo o que faço! Sem contar que é muito gostoso receber o carinho dos fãs que encontro nas ruas, que comentam sobre nossos personagens... é muito gratificante para um ator esse contato direto com o público. Ele é o nosso melhor crítico.

 

 

 

 

 

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