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"É o presente mais lindo que Deus me deu"
Em seu apartamento em Salvador, Glória Maria fala sobre a emoção de passar o primeiro Natal com as filhas, maria e Laura, conta a história do processo de adoção, prepara a volta à tevê e diz que, no momento, amor não está nos seus planos

Rosangela Honor FoTos Daniela Dacorso/ Ag. IstoÉ

Na sala do apartamento, as meninas fazem a festa com a mãe sobre um acolchoado estendido no chão, com os brinquedos preferidos

''Eu nunca quis ter filho, nem mesmo adotar''

E a Laura?
Quando resolvi fazer o levantamento da história da Maria, para saber se ela estava livre para adoção, eu descobri que a outra, que eu também era apaixonada, era irmã dela. Então, comecei a fazer todo o trabalho de adoção direcionado para as duas, me habilitei, fiz tudo o que manda a lei, de uma maneira exaustiva, complicada, mas correta.

''O mínimo que a vida vai fazer por mim, é me dar um pai para minhas filhas. Mas agora, a minha prioridade são a Maria e a Laura, e disso eu não abro mão''

Foi um processo difícil?
Comigo foi muito mais rigoroso porque eu sou uma pessoa pública, eles fizeram tudo com muito cuidado e demorou porque todos os prazos foram cumpridos. Mas adotar é uma coisa simples, se você tiver todos os pré-requisitos, se a criança estiver livre para a adoção, é um processo rápido. No caso das minhas não existia um documento dizendo que elas podiam ser adotadas, eu tive que fazer o termo de destituição paterna e cumprir toda a burocracia da lei, para tê-las para adoção, mas em geral é tudo muito simples. Eu dei sorte de conseguir as minhas filhas porque eu acho que elas já estavam ali para mim. É o presente mais lindo que Deus me deu. Eu moro no Rio, vi crianças prontas para adoção no mundo inteiro e nunca pensei, nunca me comovi com essa coisa de adotar, sempre me comoveu a história do abandono, mas nunca pensei em adoção e a Maria e a Laura abriram uma porta no meu coração.

Como tem se saído como mãe?
Eu sempre fui mãe. Eu nunca quis ter um filho meu, mas eu cuidava das minhas afilhadas como se elas fossem minhas filhas. Eu dava banho, levava para passear. Essa coisa da mãezona eu sempre tive. Eu tenho até que ter muito cuidado com elas porque eu sou superprotetora e tenho que ter um equilíbrio. Eu vou procurar o acompanhamento de uma psicóloga para atender a gente. Preciso disso até para o processo de contar para elas que são adotadas. Pelo meu coração eu não iria revelar nunca porque elas são minhas, da minha alma, do meu coração e acho até que do meu útero em outra vida, não tenho dúvida nenhuma disso. Mas acho que elas têm o direito de conhecer a historinha delas.

Você sempre foi vista em festas e em viagens. Como tem sido sua rotina em Salvador?
Eu gosto de festa, mas não sou festeira. Eu nunca dei uma única festa na minha casa, as pessoas falam coisas, analisam mas não é bem assim. Eu tenho orgulho de ser uma pessoa querida. Eu tenho amigos aqui e no mundo todo. E amigos fazem aniversário, casam, ficam noivos, festejam, comemoram... Eu sou uma pessoa livre, saudável, trabalho, sou independente. Eu gosto de festa, sim, gosto de sair, de me divertir, sou uma pessoa igual às outras. Não é porque sou jornalista que tenho que ficar reclusa.

No brinquedo inflável, Maria abraça Laura. Abaixo, Glória brinca com a caçula. "Maria e Laura abriram uma porta no meu coração", diz a apresentadora

Mas muita gente diz que você vive como celebridade...
Eu nunca disse que sou uma celebridade, sou uma jornalista de alma, de essência e de formação. Fizeram de mim uma celebridade. Quando comecei a trabalhar, não existia a figura do jornalista que aparecia no vídeo, então a partir do momento que apareci no vídeo me transformaram numa celebridade, graças a Deus, obrigada. Eu ganho o meu salário, me sustento e não permito que alguém viva a minha vida por mim, e muito menos que alguém me diga o que posso ou não fazer da minha vida.

Está preparada para voltar à rotina de trabalho, agora que tem as meninas?
Eu não estou preparada para ficar longe delas. Hoje, vivo 24 horas em função dessas meninas e vai ser um sofrimento muito grande porque nós estamos muito dependentes uma das outras. Somente para isso não estou preparada, mas para todo o resto estou. Não sei como vai ser e não quero nem pensar. Enquanto puder empurrar com a barriga essa minha volta, eu vou empurrar. Pelo menos no início, para onde eu for, elas vão comigo.

Você retorna ao Fantástico?
Quando pedi esses dois anos, o Fantástico era uma coisa que eu não queria mais. Tenho certeza absoluta de que fiz a coisa mais certa do mundo, comigo, com as minhas filhas. O que vou fazer é jornalismo, é reportagem, onde e como, são eles que vão decidir. Eles estão muito felizes com a minha volta, querendo que eu volte de uma maneira bacana e grandiosa.

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