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"O cinema tem o espírito do rock"
Oito anos após sua estreia em O Invasor, Paulo Miklos comprova o talento como ator ao contracenar com Glória Pires em É Proibido Fumar e afirma que os bastidores de um filme não diferem dos de uma turnê dos Titãs

Bela Megale fotos Rodrigo Schimidt/ Ag. IstoÉ

Após o sucesso em É Proibido Fumar, Miklos se dedica à turnê do mais recente disco dos Titãs

A decisão de ser músico veio cedo para Paulo Miklos. Com o primeiro violão debaixo do braço, o paulistano, que integra uma das principais bandas de rock nacional, os Titãs, comunicou aos pais a futura profissão aos 12 anos. Mais foi só aos 42 anos que o coringa do grupo - que canta, toca sax, baixo, teclado, bandolim e gaita, literalmente conforme a música -, revelou sua versatilidade também nas telas. Em 2001, estreou no cinema em O Invasor, de Beto Brant. A atuação lhe rendeu o troféu de ator revelação no Festival de Brasília. Oito anos depois, Paulo retornou ao mesmo festival para receber o prêmio de melhor ator, em É Proibido Fumar, de Anna Muylaert, em que divide a cena com Glória Pires. Apesar da ainda curta carreira de ator, na entrevista a seguir ele entrega de onde vem tamanha intimidade com a câmera: "O clima entre pessoas no set é parecido com o de uma banda em turnê."

Como foi retornar ao Festival de Brasília?
Ser premiado como melhor ator é como um diploma para mim. Na verdade, atuar foi uma revelação. Desde O Invasor até hoje, participei de mais dois filmes além de minisséries e especiais, e despertei uma paixão muito grande por tudo isso. Atuar é uma expressão do que faço na música. Sempre gostei de cantar interpretando as canções, sou histriônico e exagerado.

O que mudou no Paulo Miklos de O Invasor para o de É Proibido Fumar?
Cada trabalho realizado foi uma oportunidade de intenso aprendizado. Agora estou mais consciente do processo de atuação. Da primeira vez, minha relação com câmera e o personagem foi mais instintiva. Mas acredito que este instinto é essencial para compormos o personagem.

Esperava esta aceitação do público e crítica diante de É Proibido Fumar?
Da primeira vez que participei de um festival foi um susto, mas neste ano sabia como funcionava. O pessoal se divertiu e isso é muito importante para nos dar uma resposta mais instantânea. Como sou músico, estou mal-acostumado com um retorno mais imediato. Quem assiste se identifica com as pessoas buscando a felicidade naquele contexto simples.

Como foi a experiência de contracenar com Glória Pires?
Nos sentimos à vontade desde o início e mergulhamos na proposta de Anna Muylaert de apostar que essa química era possível, apesar de as pessoas terem imagens tão diferentes da gente. Acreditamos que essa soma traria um barato para a história e para o público. Sobre a Glória, acompanho a carreira dela e sou seu fã. Ela chegou com uma disposição incrível para trabalhar e conhecer o universo da personagem. Nos divertimos muito.

Existe relação entre fazer cinema e fazer rock' n' roll?
A situação é bastante familiar. O clima entre pessoas de vários departamentos que passam muito tempo juntas é parecido com o de uma banda em turnê. Todo mundo empenhado para que tudo dê certo no momento em que a câmera roda. Tem aquele espírito do circo do rock'n' roll, me senti em casa.

O que te deixa mais nervoso, o lançamento de um filme ou o de um CD?
Chegam à mesma temperatura. Um lançamento é cheio de expectativas, uma aflição. E isso tem persistido ao longo dos meus 25 anos de trabalho. Estamos sempre expostos e desejamos que as pessoas embarquem na nossa viagem, compreendam e se divirtam com ela.

Quais são seus próximos projetos?
A ideia é mostrar para o público o CD Sacos Plásticos Brasil afora. Havia cinco anos que os Titãs não lançavam um disco.

''Ser premiado como melhor ator é como um diploma para mim''

 



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