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Personalidade do Ano
A vitória de Juliana Paes
A atuação segura em Caminho das Índias rendeu à atriz muito mais do que prêmios e o reconhecimento do público: ela conquistou seu lugar ao sol no panteão das grandes atrizes da tevê brasileira

Rosângela Honor

Fotos Nana Moraes

QUANDO COMEÇARAM A PIPOCAR as primeiras notícias de que Juliana Paes seria a protagonista de Caminho das Índias, os críticos mais céticos torceram o nariz. Será que ela teria talento para viver a heroína da história de Gloria Perez? Afinal, seria o grande desafio da morena de formas esculturais que ganhou os holofotes em 2004, quando interpretou a manicure Jaqueline Joy, de Celebridade e que, em seu nono ano de carreira, encarnaria sua tão sonhada primeira protagonista. Bem, diante das críticas iniciais, Juliana silenciou. "Minha confiança estava em dia, mas eu sabia que ia ter que trabalhar dobrado, teria que ser mais do que boa, teria que surpreender", recorda a atriz. Nove meses e centenas de capítulos depois, sua personagem Maya terminou a novela aclamada pelo público - e calou os tais especialistas. "Foi uma vitória", reconhece ela.

Aos 30 anos, bem casada com o empresário Carlos Eduardo Baptista desde 2008, Juliana Paes saboreia o sucesso com a cautela de quem sabe o quanto custou chegar aonde chegou. Sua história começou a ser desenhada na tevê em 2000, quando seu papel como uma empregada doméstica cheia de sensualidade em Laços de Família, de Manoel Carlos, chamou a atenção dos telespectadores. "Eu fui galgando degraus, comendo pelas beiradas. É o caminho mais seguro, mas com certeza não é o mais fácil", diz a atriz. Obstinada, não hesitou em abrir mão de algumas coisas para conquistar seu objetivo. Foi assim quando decidiu abandonar o posto de madrinha de bateria de escola de samba e adotar um comportamento mais discreto.

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