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Personalidade do Ano Comunicação
Luciano Huck Toque de Midas
Preferido dos publicitários, dos críticos e do seu público, o apresentador fecha o ano como unanimidade na TV

Macedo Rodrigues

‘‘Angélica, além do amor incondicional, da paixão que tenho por ela, é minha parceiraça. Ela me acalma, me traz um pouco para o dia a dia’’

Foto Robert Schwenk

Mas qual é o segredo do sucesso desse estudante de advocacia que abandonou a USP no último período para se tornar um “Midas” da comunicação? Terá sido as “lições” que ouvia desde garoto em casa, nas reuniões pilotadas pelo padrasto, Mário Escobar de Andrade (ex-diretor de redação da revista Playboy), com feras como Washington Olivetto, Juca Kfouri, Thomaz Souto Correa, Walter Clark, Luiz Schwarz e outros bambas? À seguir, a entrevista em que o apresentador fala da carreira, de dinheiro, de sua legião de fãs no Twitter – mais de 1,5 milhão de seguidores – e de como a mulher, Angélica, atua como seu elo com a realidade diante de tanto assédio.

Em novembro, um jornal carioca encomendou uma pesquisa no mercado publicitário que apontou você como o favorito dos anunciantes para estampar campanhas na tevê. De onde vem tanta credibilidade?
Acho que a tevê Globo tem uma competência grande de qualidade de produção e comercial. E no Caldeirão a gente tem uma sinergia boa com o comercial. A gente trabalha bem juntos e o programa passou a ser uma vitrine importante de promoções grandes nos últimos cinco anos, com patrocinadores que ficam o ano inteiro. O programa tem uma repercussão positiva nos seus merchandisings e isso acabou gerando contratos fora também. Hoje eu tenho seis contratos, nada de varejo ou coisa pontual. São contratos longos.


“Eu nunca tive dinheiro como prioridade na minha vida. Nunca. O dinheiro que eu quero ter é só pra não passar vontade”

Mas por que esse assédio com você? Existem outros programas e muita gente competente na Globo.
Eu sei, mas crédito é uma coisa que você leva uma vida inteira para conquistar, mas bastam cinco minutos para perder. Então eu tomo muito cuidado, você tem que ser verdadeiro na comunicação. O que você vê aqui, o que você vê na televisão, o que você vê em casa... sou eu mesmo. Não existe mais o personagem que apresenta um programa e que na vida real ele é outro. Não é assim. Alguma hora você vai cair.

No ranking do estudo de mercado você deixou para trás gente como Ivete Sangalo, Cláudia Leitte e Gisele Bündchen. Qual a sensação?
É diferente, cara. A Gisele não mora no Brasil e é uma personalidade mundial. Ivete e Cláudia são cantoras, que estão nas rádios e nos shows rodando o Brasil. Eu estou toda semana na televisão, duas horas por dia. Mas fico lisonjeado assim mesmo. O mercado publicitário me perceber como um bom porta-voz de produtos de primeiríssima linha, com 15 anos de carreira, é muito bacana.

Parte desse sucesso todo tem a ver com seu espírito empreendedor, concorda?
Claro, eu gosto muito de realizar. Gosto muito de ter ideia e fazer virar realidade. Eu acho que me encantei pela televisão por essa possibilidade, de você produzir industrialmente toda semana e o resultado estar no ar. A cadeia é muito produtiva. Você tem ideia, você organiza, você orça, você produz, você exibe e você vê se a pessoa gostou. Então, eu gosto do ciclo da televisão. Acho muito virtuoso.

Mas você se desfez de alguns empreendimentos seus este ano. Por que?
Vendi tudo. Porque este ano foi de foco absoluto na tevê. Vendi as duas rádios que tinha no Rio, vendi o Ecco, que era meu restaurante em São Paulo, vendi a pousada de Fernando de Noronha, vendi uma empresa que a gente tinha no Rio, que era a Ticket Tronic, uma empresa de ticket eletrônico. Tenho só o Hotel Fasano aqui no Rio, onde tenho uma participação, mas também uma hora vou vender. Em 2010, fico 100% centrado na tevê e no Instituto Criar. É o ano do foco.

Ibope ou a voz das ruas: qual termômetro prefere?
Cara, eu gosto muito mais da rua. Eu vou receber um prêmio do Extra, eu vejo as pessoas, eu ando na rua, eu vou na técnica, eu quero muito poder educar o meu filho com isso, de poder cumprimentar todo mundo, falar com todo mundo, eu gosto disso. Eu tinha muita dificuldade no começo porque na Bandeirantes você era escravo do Ibope: tinha monitor até no banheiro! Você ia fazer xixi e tinha um monitor do Ibope lá dentro. Na Globo é ao contrário e está certo. No começo eu não entendia, mas hoje aprovo totalmente. Eu acho que o Ibope, a medição de audiência, é uma ferramenta do mercado publicitário, para valorar e mensurar quanto vale aquele espaço, mas se eu começar a produzir tudo só em função disso, você se limita muito artisticamente.

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