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Perfil
Romances de uma sedutora
Em entrevista e fotos em sua casa em São Paulo, Marisa Orth conta como conheceu o namorado, o percussionista Dalua, nos bastidores do novo show e CD Romance Volume II, em que canta clássicos das músicas de amor

Bruno Deminco Fotos Julia Moraes/ Ag.IstoÉ

A atriz, na sala de casa que é decorada com bom gosto e humor. Em uma das paredes há um quadro de Rita Lee que descreve a personalidade de Marisa, trazendo ícones pop que vão da pin-up Bettie Page a uma odalisca

''Não sou uma novata no assunto, mas é a primeira vez que canto sem uma personagem à frente''
Marisa Orth, sobre o projeto Romance

De camiseta preta e calça jeans, com algumas tatuagens à mostra, o músico Dalua levanta-se da cama do quarto de hóspedes, fecha o laptop no qual trabalhava e busca os beijos da namorada, a atriz Marisa Orth. A cena aconteceu na tarde da quarta-feira 25, quando ela recebeu a equipe de Gente em sua casa, na zona oeste de São Paulo. "Eu preciso trabalhar", ela respondeu, carinhosa e aos risos, em meio à insistência apaixonada do músico, que não queria largá-la.

Bem-humorado, Dalua atendeu ao pedido da atriz, olhou para a equipe e alertou: "Cuidem bem dela". O diálogo carinhoso reflete como é a relação do casal: genuína, verdadeira e que transmite um certo frescor dos romances novos. "Claro que estamos apaixonados. Começamos a namorar em março deste ano e ainda é novembro", exclamou sem hesitar a atriz, quando foi perguntada sobre seus sentimentos.

O namoro começou quando Marisa resolveu gravar um CD com as músicas que cantava no espetáculo Romance Volume II, que estreou em 2008. Ao entrar em estúdio, no início do ano, ela recebeu convidados especiais, como Edgard Scandurra e o capoeirista e percussionista Dalua. De uma amizade, os laços foram se estreitando até virar um romance. Algo emblemático, uma vez que o nome do disco coincide completamente com a atual fase da cantora. Mas o projeto Romance, assim como nas relações, promoveu alegrias para a atriz, mas também trouxe desafios.

"Não sou uma novata no assunto, mas é a primeira vez que canto sem uma personagem à frente", destacou. Com longa estrada musical, ela já assumiu os vocais performáticos da banda Luni, sucesso do anos 80. "Era um cantar, mas meio falado, declamado", lembra Marisa, que usou muitas técnicas de interpretação em cima dos palcos. Como no grupo Vexame, que teve seu auge nos anos 90, em que a atriz dava vida à personagem Maralu Menezes e cantava versões de sucessos da música brega nacional.

"Era uma espécie de pré-Joelma (vocalista da banda Calypso). Usava botão e peruca preta, era um sucesso", diverte-se. Quando Marisa afirma que é a primeira vez na carreira que se despe de personagens para subir ao palco, parece uma contradição. No show, ela desce do palco, brinca com as pessoas e cativa o público com seu raciocínio rápido, seu ótimo tino para piadas e carisma, sempre com alto-astral e irreverência. Sendo ela mesma, Marisa mostra que é mesmo uma "figura", mas real.

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