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Viagem
Menino dos rios
Malvino Salvador volta a Manaus, sua terra natal, para ser mestre-de-cerimônias do Amazonas Film Festival, fala dos programas preferidos na cidade e do plano de estrear no Teatro Amazonas

Aina Pinto fotos Fabiano Cerchiari/Ag. IstoÉ

Em uma recente visita à capital amazonense, o ator levou a filha, Sofia, para conhecer os avós

Jornalistas e atores franceses, convidados para o 6º Amazonas Film Festival, colocavam as mãos nos ouvidos diante da passagem de Malvino Salvador. Os fãs que se aglomeraram no Largo de São Sebastião, centro histórico de Manaus, eram capazes de mais barulho que os fogos de artifício que iluminaram o Teatro Amazonas na noite de encerramento do evento.

Manauense, ele foi mestre-de-cerimônias da noite e saudado pelo secretário de Cultura do Estado, Robério Braga, como o "símbolo do artista amazonense para o Brasil". Malvino sabe o que representa. "Sinto que há um respeito por parte das pessoas daqui. Eu também sinto isso por outras personalidades, como por Milton Hatoum, um dos melhores escritores do Brasil", diz ele.

"Meus conterrâneos me fazem bem com esse carinho. Me sinto honrado." Criado nas ruas e rios de Manaus, ele passa um bom tempo discorrendo sobre acreditar em sonhos ao contar sua história. Lembra de ter saído da casa da família há quase nove anos, rumo a São Paulo, para ser modelo.

Deixou o emprego em um banco e a faculdade de contabilidade, em que era "ótimo aluno", e pediu um ano aos pais. Se não desse certo, voltaria. Com seis novelas no currículo, não esconde o orgulho de ter conseguido. Nem o prazer de estar de volta ao lugar onde nasceu.

Histórias de pescador

Malvino costuma voltar a Manaus de duas a três vezes por ano. Numa das recentes visitas, levou a filha, Sofia, então com 40 dias, para conhecer os avós. Desta vez, no carro, a caminho do teatro, marcava pelo telefone de rever os amigos. A uma amiga, grávida, contou que levaria a foto da filha para ela conhecer.

"Ela é linda", apresentou. Nos dias em que esteve na cidade para o festival, trocou o hotel em que ficaria hospedado pela casa dos pais, num bairro de classe média. Bastante ligado à família, ele revela um de seus programas favoritos: "Uma vez por ano, fazemos uma pescaria.

Alugamos um barco enorme e vamos, 30 pessoas, subir o rio de Itacoatiara, que é uma cidade a 200 quilômetros daqui. Passamos quase dois dias navegando no rio Uatumã, voltamos com peixes enormes", conta. Outro passeio de que gosta é sair pelo rio Negro. "Gosto de me embrenhar por aqueles braços de rio. É o único momento em que me sinto em contato com a natureza, sem interferência. A energia de Manaus, por ser incrustada na floresta, é diferente, revigorante."

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