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Tony Bennett cantou lá em casa
Luis Octavio Índio da Costa, presidente do Banco Cruzeiro do Sul, contratou o cantor americano para um show no jardim de sua mansão, em Embu das Artes, na Grande São Paulo

Gisele Vitória

Fotos Divulgação
Tony Bennett retribui o carinho do público com um bis caprichado
Fotos Divulgação

Foi tudo em casa. Na véspera da terça-feira 27, a chuva alagou o camarim que era erguido para Tony Bennett no jardim de seis mil metros quadrados da residência de Luis Octavio Índio da Costa, em Embu das Artes, a 30 quilômetros de São Paulo. Era bem ao lado do palco onde a última das grandes vozes se apresentaria para 500 privilegiados convidados do presidente do Banco Cruzeiro do Sul. “Transformamos um dos quartos da casa num camarim completo. Ele ficou muito mais à vontade”, contou Índio da Costa. Com este show, Bennett encerrou as comemorações do aniversário de 15 anos do banco. Elton John e Ennio Morricone já haviam se apresentado ao longo do ano, mas não em sua casa.
Bennett, um astro de 83 anos, parecia ter se transformado num menino ao pisar no palco montado no jardim. Sapateava, sorria para todos, cantava divinamente. “Eu amo o que faço. Amo cantar”, disse ao anfitrião, quando Índio da Costa lhe perguntou qual o segredo de tanta vitalidade.

O intérprete de “I Left My Heart in San Francisco” e “Fly me to the Moon” é uma simpatia, uma simplicidade só e adora música brasileira, como a de João Gilberto. Ganhou do banqueiro carioca uma coleção de CD s de Chico Buarque. “Eu gosto muito”, disse ele, ao agradecer. Instalado no quarto-camarim que dá acesso a um confortável home theater, ele assistiu a um DVD de Gal Costa antes de se apresentar naquela noite. Também bateu papo com Índio da Costa horas antes de entrar em cena, enquanto passava o som à tarde. As exigências não foram muitas. “Ele pediu apenas água Evian e frutas. E, veja só, uma ‘taça de vinho tinto, se for possível’”, contou o banqueiro. a cantora antonia Bennett, sua filha, abriu o show, assistido por 450 pessoas.

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