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O incansável Ney Matogrosso
O cantor lança o CD Beijo Bandido, registro de estúdio de um show ocasional que ensaiou e estreou paralelamente à turnê Inclassificáveis, ainda em cartaz

ROGÉRIO MESQUITA/DIVULGAÇÃO
O repertório do disco é formado por músicas que Ney cantou ou gravou com colegas

Como selecionou o repertório de Beijo Bandido?
Fui cantar as músicas que tinha gravado ou cantado nos discos e shows de outros cantores. O "Tango pra Tereza"', por exemplo, eu tinha cantado com a Célia.

Aos 68 anos, você continua em ótima forma vocal. Cuida da voz?
Não tenho nenhum cuidado com a voz. Até deveria ter para cantar esse tipo de repertório. Mas não tenho, não. É natural.

Por que incluiu no disco ''Nada por mim'', de Herbert Vianna e Paula Toller, que não estava no roteiro original do show?
Porque achava que estava sério demais para o meu gosto. Queria que fosse mais ameno, mais pop. Gosto dele assim, pop, com tango, bolero, Piazzolla, Cazuza...

Você regravou "Mulher sem Razão", do Cazuza, por causa do sucesso da música na voz de Adriana Calcanhotto?
Não, a Lucinha Araújo (mãe de Cazuza) tinha me dado há quatro anos uma gravação do Cazuza com "Mulher sem Razão" e um bilhetinho em que dizia: ''Ney, acho a música a sua cara''. Não gravei na época. Depois, quando a Adriana gravou, vi que perdi uma oportunidade. Mas parei para refletir e vi que podia dar a minha visão da música.

Você voltou a atuar no cinema, rodando um curta (Depois de Tudo, que aborda a sexualidade de gays da terceira idade) e um longa-metragem (Luz nas Trevas) em que encarna o Bandido da Luz Vermelha. Pretende conciliar o trabalho de cantor com o de ator?
Sim, espero que isso esteja se intensificando. Quero fazer trabalhos como ator que me deem prazer e que eu contribua para o resultado final do filme. No caso do curta, estou trazendo luz a um assunto ainda pouco clareado. Mauro Ferreira

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