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Noite
Mesa só para quem pode
O Club A, nova casa noturna de São Paulo, escolhe 20 representantes da alta sociedade para indicar quem entra - e quem não entra - no espaço que reunirá balada, gastronomia, clube e até esquema high tech de paquera

Bruno Deminco

LUIZ TRIPOLLI
Dimitri Mussard (abaixo, ao centro) e o time de embaixadores do Club A: só entra quem eles deixarem

PARA ENTRAR PELAS PORTAS do novíssimo Club A, no lobby do Hotel Sheraton, na zona sul de São Paulo, vai ser preciso um dos três itens a seguir: pagar R$ 5 mil para ser sócio, ter nascido em alguma família da alta sociedade paulistana ou ser amigo de um dos 20 embaixadores escalados pela casa para indicar quem entra e quem fica de fora da balada. Difícil, mas a ideia é essa mesma: acesso restrito ao máximo.

O club pertence aos sócios Amir Slama, Alexandre Cerqueira, Amaury Jr. e sua filha Duda Ferreira, além das jovens Danielle e Vanessa Glaz, e tem inauguração prevista para o dia 23. Entre os embaixadores, nomes como Beth Szafir, Marina Mantega, Fernanda Rolim, Maria Cortez e Dimitri Musard, herdeiro da grife francesa Hermès. Para se associar, os preços variam de R$ 5 mil para o casal, R$ 4 mil para homem sozinho e apenas R$ 1,5 mil para a dama. Mas, uma vez lá dentro, prepare-se para conhecer o mundo encantado da balada dos endinheirados.

As mesas, por exemplo, contarão com uma tela touch screen para que o cliente faça seus pedidos. No mesmo monitor, por exemplo, ao escolher um vinho, o comprador receberá todas as informações sobre a bebida selecionada. "É uma casa que estava faltando em São Paulo", enalteceu Marina Mantega. O melhor, porém, fica por conta da paquera: as mesas estarão conectadas eletronicamente e se poderá conversar entre elas por meio de um chat. "Quem for paquerar, não precisará mais usar o garçom para passar bilhetinhos", brinca Maria Cortez. Ou seja: correio elegante ali só via web.

 



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