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Leandro Sapucahy
"Quis tirar o ranço de produtor de pagode"
Fotos DIVULGAÇÃO
Leandro conta que a ideia do novo disco foi de sua mãe

Projetado como produtor de pagode romântico, Leandro Sapucahy conseguiu upgrade ao pilotar discos de Maria Rita e Arlindo Cruz. Ele dá mais um passo rumo ao samba tradicional ao lançar Cantando Roberto Ribeiro, em que regrava sucessos do sambista que esteve em evidência nos anos 70

Por que cantar especificamente Roberto Ribeiro (1940 - 1996)?
A ideia foi da minha mãe, Dona Jacy Silveira. Eu cresci ouvindo minha mãe cantar os sucessos do Roberto. Escolhi o repertório a partir dela, que canta comigo na faixa "Nega do Peito".

Roberto era um grande cantor. Teme comparações?
O cara realmente cantava muito. Mas notei um amadurecimento meu como cantor nos meus dois primeiros discos. E eu também queria fechar o discurso da política e da favela que pontuou esses meus discos iniciais.

Concorda que Roberto andava meio esquecido?
Sim, Roberto morreu muito desvalorizado. Parece que ele foi um artista que foi se desmanchando aos poucos. Ele ficou cego e foi ficando cada vez mais doente pelo desgosto de não emplacar mais nenhum sucesso. A minha luta é com os grandes nomes que nunca foram muito reconhecidos. Outro que eu acho dos mais injustiçados é o Bezerra (da Silva, cantor morto em 2005).

Seu tributo é muito reverente.
Quis reproduzir no meu disco as gravações de samba como elas eram feitas nos anos 70. Não tem bateria, não tem teclado. Até os arranjos de percussão são os mesmos. Usei os mesmos instrumentos daquela época.

Acha que já conseguiu se dissociar do pagode dos anos 90?
Sim, fiquei com o rótulo de produtor de pagode romântico e quis tirar esse ranço. O trabalho com Maria Rita foi importante porque, para produzir o disco dela, eu mergulhei numa pesquisa de repertório, garimpando o samba mais tradicional e o samba djavaneado.
M.F.

 



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