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Mutantes sem mutações
Grupo evoca alegria tropicalista dos anos 60 em seu primeiro álbum de estúdio em 35 anos

Foto DIVULGAÇÃO
Sérgio Dias Baptista (de cartola) é o único remanescente da formação original
Foto DIVULGAÇÃO

O CULTO AO GRUPO Os Mutantes no Exterior gerou fato curioso. Haih... or Amortecedor, primeiro álbum de estúdio da banda em 35 anos, está sendo lançado esta semana em todo o mundo, menos no Brasil. Com repertório inteiramente inédito, o CD foi gravado no embalo do reagrupamento dos Mutantes em 2006. Único remanescente da formação original, o guitarrista Sérgio Dias Baptista assina a maior parte do repertório em parceria com Tom Zé. Já Jorge Ben Jor, que em 1968 deu "Minha Menina" ao grupo, fornece a inédita "O Careca", tema turbinado com o suingue habitual do compositor.

Ao longo de 14 faixas, os Mutantes simulam em Haih... or Amortecedor a alegria tropicalista dos anos 60. O clima de anarquia instrumental que pontua faixas como "Querida Querida" remete ao auge da banda, cujo som é enquadrado no Exterior sob o rótulo "rock psicodélico". Uma das marcas fundamentais dos Mutantes, o deboche aparece no "Samba do Fidel", temperado com inevitável molho cubano, e em "Dois Mil e Agarra Um", que alterna andamentos e elementos de sertanejo, rock progressivo e música nordestina. Já "Nada Mudou" remete de imediato ao arranjo de "Panis et Circensis". M.F.

 



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