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Álbum
Maitê Proença
Viver para contá-la

Fotos Arquivo Agência ISTOÉ Divulgação TV Globo

Ela chamou de Uma Vida Inventada o livro lançado em 2008, misto de ficção e realidade - ou de invenção e memória - a partir de sua própria história. Nele, Maitê Proença contou um pouco do convívio com os pais intelectuais, os desvarios de juventude, os problemas familiares, os amores, as experiências transgressoras, as viagens ao redor do mundo. Adolescente, depois de chegar da Europa, e cansada das regras do pensionato em que vivia, pediu abrigo a um padre. Passou um ano morando na torre de uma igreja. Aventureira, contabiliza mais de 15 ossos quebrados ao longo da vida.

Os últimos foram em uma queda de cavalo, em 2008. Avessa às convenções, não gostou de ver seu rosto em todo canto depois de estrear na tevê, em Dinheiro Vivo (1979), na Tupi. Também arrumou briga nos bastidores e pensou em desistir de atuar. Em Jogo da Vida (1981), na Globo, começou a gostar mais do trabalho. Até chegar Dona Beija (1986), na Manchete, que ela classificou como "o melhor" da carreira, da qual, afinal, nunca desistiu. Fez outras personagens importantes, como no filme A Dama do Cine Shangai (1987), e na peça Isabel (2000). Atualmente, Maitê está em Caminho das Índias, faz parte do elenco do programa Saia Justa, e assina o texto de As Meninas, em cartaz no Rio, em parceria com Luiz Carlos Góes.

 



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